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Barreiro- Questão das amêijoas e sua apanhaPresidente da Câmara do Barreiro apela a Ministra do Mar que encontre «soluções»

No decorrer da cerimónia de assinatura do Contrato de Concessão de Utilização da Doca Seca, entre a Câmara Municipal do Barreiro e a CP, que contou com a presença da Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, o edil do Barreiro na sua intervenção abordou a “questão das amêijoas e sua apanha” e apelou à Ministra que se encontrem “soluções” no sentido de regulamentar esta actividade.

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Barreiro- Questão das amêijoas e sua apanha Presidente da Câmara do Barreiro apela a Ministra do Mar que encontre «soluções»

Por Jornal Rostos

Recorde-se que diariamente são centenas de pessoas que no Rio Tejo efectuam a apanha de amêijoas, desenvolvendo a actividade sem qualquer controle sanitário, nem regulamentação.
São homens, mulheres, jovens ou idosos que fazem desta actividade um meio de sobrevivência. Uns procedem à apanha para consumo próprio, outros para venda.
Nos últimos, infelizmente, já foram registados situações graves de perdas de vida, quando situações de nevoeiro ou enchente da maré, colocam os “apanhadores” em situações inesperadas.

No decorrer da visita ao Barreiro, para assinatura do protocolo de cedência ao município da Doca Seca da CP, Carlos Humberto, colocou na agenda da Ministra do Mar este tema da apanha da ameijoa.
Num álbum de fotografias que publicamos, no último domingo, dia 25 de Março, no Tejo, eram na ordem de 300 pessoas, ou mais, que se ocupavam na apanha da amêijoa, desde a zona do Clube da Vela do Barreiro ate à zona do Mexilhoeiro.

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