«Tomem conta disto» desafio lançado aos artistaspor Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro

Por Jornal Rostos
O autarca recordou que na área onde existe o Parque Empresarial da Baía do Tejo chegaram a trabalhar 12 mil pessoas, durante 24 horas por dia.
Referiu que as crises e situações de ordem nacional europeia e mundiais conduziram ao encerramento das fábricas.
Na sua opinião o encerramento das fábricas é um processo natural devido às evoluções tecnológicas – “o problema não está no encerramento, o problema está no não ter sido pensado e depois…”.
O autarca agradeceu a parceria entre a Câmara Municipal do Barreiro, Baía do Tejo e Universidade (ISCTE) na concretização deste evento artístico.
“Tome conta disto”, disse, acrescentando que – “este território precisa de pessoas que tome conta dele”.
“É preciso dar-lhe vida e promover actividades que proporcionem dinâmica económica”, sublinhou.
É importante apoiar este cluster artístico
Sérgio Saraiva, Administrador da Baía do Tejo, sublinhou que esta não é a primeira vez que a empresa promove eventos artísticos no Parque Empresarial, recordando que já abriu as portas a residências artísticas.
Salientou que este são eventos que se inserem na estratégia de requalificação do Parque Empresarial que tem vindo a ser dinamizado – “a apropriação do espaço pela vertente da arte”.
“É importante apoiar este cluster artístico”, disse.
Sérgio Saraiva, recordou que a fábrica a SOTINCO, onde está patente a exposição, foi abandonada em 2005 – “esta iniciativa pode dar-lhe uma nova vida”.
Notou-se a emoção, quando referiu que seu pai foi – “há 25 anos” - um dos últimos trabalhadores da empresa SOTINCO.
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