Barreiro - Projecto de produção de bivalves no âmbito do REPARANão avançou porque «houve retrocesso na decisão politica»
Emanuel Santos, arquitecto, afirmou que no âmbito da candidatura do programa REPARA – existia para a zona der Alburrica um projecto de produção de “das ostras que não foi concretizado”.
«Houve uma sociedade a ser esboçada com franceses”, mas segundo Emanuel Santos, não se concretizou porque – “houve retrocesso na decisão politica”.
«Houve uma sociedade a ser esboçada com franceses”, mas segundo Emanuel Santos, não se concretizou porque – “houve retrocesso na decisão politica”.

Por Jornal Rostos
No decorrer do debate após as intervenções dos prelectores convidados, no Colóquio tendo como tema - «O Barreiro e o potencial económico do estuário do Tejo», iniciativa que se insere no âmbito do programa «Agenda 2025», que tem por finalidade “ajudar a elaborar o programa autárquico do Partido Socialista”, Emanuel Santos, arquitecto, referiu que a candidatura do programa REPARA – “não foi concretizada na sua totalidade”.
Salientou que existia um projecto – “das ostras que não foi concretizado”, nas áreas do programa que abrangia Alburrica.
Referiu que a candidatura foi aprovada, e que existia parcerias, para “análise da viabilidade de produção”
Acrescentou que “houve uma sociedade a ser esboçada com franceses”.
“Não foi porque os fundos comunitários não viessem”, sublinhou, que este projecto não avançou.
Este processo segundo Emanuel Santos, não se concretizou porque – “houve retrocesso na decisão politica”.
“O negócio era mais que a produção de bivalves”, disse.
Salientou que existia um projecto – “das ostras que não foi concretizado”, nas áreas do programa que abrangia Alburrica.
Referiu que a candidatura foi aprovada, e que existia parcerias, para “análise da viabilidade de produção”
Acrescentou que “houve uma sociedade a ser esboçada com franceses”.
“Não foi porque os fundos comunitários não viessem”, sublinhou, que este projecto não avançou.
Este processo segundo Emanuel Santos, não se concretizou porque – “houve retrocesso na decisão politica”.
“O negócio era mais que a produção de bivalves”, disse.














