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CDU MoitaDiálogo com Associação de Moradores de Brejos

Uma comitiva da CDU que integrou diversos autarcas, apoiantes e simpatizantes, para além de João Faim, candidato à Presidência da Junta de Freguesia da Moita, efectuou uma visita aos Brejos, a que se seguiu uma reunião com a Associação de Moradores.

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CDU Moita Diálogo com Associação de Moradores de Brejos

Por Jornal Rostos

A CDU MOITA prosseguindo, como refere “a construção do programa eleitoral para a Assembleia e Junta de Freguesia da Moita, continuam os contactos da CDU com a população e as instituições locais.”
Neste contexto, uma comitiva da CDU que integrou diversos autarcas, apoiantes e simpatizantes, para além de João Faim, candidato à Presidência da Junta de Freguesia da Moita, efectuou uma visita aos Brejos, a que se seguiu uma reunião com a Associação de Moradores.

Aterros da AMARSUL incomodam

Para José Piedade, presidente daquela Associação “tudo o que a CDU prometeu há quatro anos para os Brejos cumpriu, nomeadamente na questão do alcatroamento das ruas”, mas adiantou, “continuam os problemas dos cheiros do aterro da Amarsul e os problemas ao nível da qualidade das águas dos furos e dos poços particulares”.
Segundo sublinha a CDU “para os moradores dos Brejos, outro problema que se verifica é a “falta de regularização da chamada vala do Rio da Moita”, pois “este ano ainda não se verificaram inundações, porque praticamente não tem chovido, mas o estado da vala é muito mau, até porque continua a vir muita poluição do lado da Auto-Europa”.

Abastecimento de água uma preocupação

A comitiva da CDU também integrou Rui Garcia, vereador do pelouro do ambiente e urbanismo, o qual afirmou que “a Câmara, preocupada que está com os problemas do abastecimento de água aos particulares nos Brejos, e apesar do abastecimento à escola, à Associação de Moradores e ao fontanário já ser efectuado pela rede pública de água, através de um furo municipal, está em curso uma empreitada para a construção da rede de água de abastecimento domiciliário aos Brejos e ao Bairro Piedade, na Barra Cheia”. E acrescentou ainda que “não podíamos desenvolver esta obra porque o actual furo não produz um caudal suficiente; para isso tivemos que fazer um novo furo, de grande capacidade na Barra Cheia e a interligação dos dois sistemas, tornando-se possível desenvolver a primeira fase da rede de abastecimento aos Brejos”. E esclareceu: “as obras ainda não são visíveis aqui nos Brejos, porque o empreiteiro começou pelo outro lado, mas dentro em breve a obra aqui estará”.

Regularização do Rio da Moita

O autarca referiu também que “é uma vergonha que a administração central ainda não tenha efectuado a obra da regularização do Rio da Moita. Nos anos 90 ocorreram graves inundações aqui nos Brejos, foi prometido pelo governo da altura que a obra, da competência da administração central, iria avançar, mas nada foi feito. PS e PSD alternaram na governação, prometiam e até votavam na oposição aquilo que depois de estarem no poder esqueceram, apesar dos anseios da população e da pressão que a Câmara Municipal e os grupos parlamentares do PCP e dos “Verdes” têm feito para que a obra se realize. O PS está novamente no governo e terá que prestar contas ao povo da Moita porque é que esta obra ainda não está feita. José Sócrates enquanto Ministro do Ambiente não resolveu o problema, teremos que exigir que o resolva enquanto primeiro-ministro”.

Contactos são importantes

No final das visitas, o candidato da CDU à Presidência da Junta de Freguesia da Moita, João Faim, declarou que “estes contactos são de grande importância,
pois é fundamental que os autarcas escutem e se apercebam dos problemas no terreno” e concluiu “a CDU apresenta-se no nosso Concelho com obra feita, sem a demagogia daqueles que na altura das eleições tudo prometem e que uma vez no poder facilmente esquecem. Queremos que a Junta de Freguesia da Moita, esteja ao lado das populações, seja mais actuante e reivindicativa quer junto dos órgãos municipais, quer junto da administração central, por aquilo que são obras estratégicas para a melhoria da qualidade de vida e do ambiente na nossa terra”. Tendo ainda concluído que “iremos prosseguir os contactos com as instituições e a população da nossa Freguesia, de forma a podermos apresentar um programa eleitoral que reflicta de forma inequívoca os anseios de progresso da nossa terra”.

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