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Barreiro - E, como sempre, os culpados são os autarcas…Estão por recolher… sanitas, computadores, sofás, restos de mobílias

É o que registamos. Na Rua Salgueiro Maia, na Urbanização dos Loios, alguém, fez obras em casa, pelo estilo dos resíduos, nem parece ter sido obras em prédios da urbanização, e, ali, junto aos contentores da AMARSUL, já lá vão uns dias, talvez, muito mais que uma semana, ali estão por recolher – sanitas, computadores, sofás, restos de mobilias…etc.

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Barreiro - E, como sempre, os culpados são os autarcas… Estão por recolher… sanitas, computadores, sofás, restos de mobílias

Por Jornal Rostos

O lixo que se acumula em torno dos contentores, por vezes, não resulta de deficiências dos serviços municipais, mas, apenas pelo facto de munícipes optarem por colocar em seu redor «monos» para os quais existem serviços específicos que podem ser requisitados para proceder à recolha dos mesmos.

Depois, existem zonas descampadas onde, também, muitas vezes há quem opte por, nesses lugares abandonar resíduos de obras que realizam em suas residências, móveis ou utensílios domésticos, contribuindo para imagens negativas que em nada valorizam a qualidade de vida urbana.
Só o tempo, alguma pedagogia, paciência e coimas aplicadas aos infractores podem, pouco a pouco, ir resolvendo as situações.
Por exemplo, quando esses móveis ou utensílios domésticos são colocados junto aos contentores dos serviços municipais, normalmente, dias depois, ou por vezes no próprio dia – excepto aos domingos que não há recolha de lixo urbanos, porque os aterros da AMARSUL estão encerrados – aqueles monos são recolhidos pelos serviços da autarquia.

No entanto, quando esses monos são colocados junto aos vidrões e papelões da AMARSUL, então, o que acontece é que durante vários dias, por vezes até semanas, aqueles monos por ali ficam, não são recolhidos, talvez porque estão “na terra de ninguém”.
Os comentários são os mais diversos. Criticas aos serviços municipais. Raramente se escutam comentários aos que cometeram aquele acto vergonhoso de despejar na via pública os resíduos.
É o que registamos. Na Rua Salgueiro Maia, na Urbanização dos Loios, alguém, fez obras em casa, pelo estilo dos resíduos, nem parece ter sido obras em prédios da urbanização, e, ali, junto aos contentores da AMARSUL, já lá vão uns dias, talvez, muito mais que uma semana, ali estão por recolher – sanitas, computadores, sofás, restos de mobilias…etc.

E certamente, como estão na “terra de ninguém”, por ali vão continuar…para comentários e mais comentários.
E, como sempre, os culpados são os autarcas…

S.P.

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