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Barreiro - S.C.R 1º Agosto Paivense e o rapaz do barUm dos seus rostos há 8 anos

Carlos trabalhava nos caminhos de ferro, e ajudava ainda numa pequena loja de artesanato, quando os seus pais, que já estavam ligados ao ramo da restauração, o incentivaram a ficar responsável pelo bar, a principio a ideia não foi bem aceite, mas acabou por aceitar o desafio e até hoje se mantém.

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Barreiro - S.C.R 1º Agosto Paivense e o rapaz do bar Um dos seus rostos há 8 anos

Por Jornal Rostos

Carlos Guerreiro, 43 anos está há 8 anos no bar do Paivense, atividade que nem sempre é fácil pois como o próprio afirma “num bar de uma coletividade não há um único dia de folga”.
Carlos trabalhava nos caminhos de ferro, e ajudava ainda numa pequena loja de artesanato, quando os seus pais, que já estavam ligados ao ramo da restauração, o incentivaram a ficar responsável pelo bar, a principio a ideia não foi bem aceite, mas acabou por aceitar o desafio e até hoje se mantém.

Conhece os sócios tão bem que os considera uma segunda família, pois os dias são passados com eles o que nas suas palavras “nem sempre é fácil mas o espírito do associativismo é isso mesmo uns dias bons outros menos bons”.
O apoio da direção tem sido também fundamental, conforme confirma, com todas as atividades desportivas e os eventos realizados, criou se uma dinâmica fundamental quer para o concessionário do bar quer para a própria coletividade, “a direção com o seu espírito mais jovem nos últimos anos, tem realizado vários eventos o que ajuda sempre quem está no bar.
Carlos Guerreiro, o rapaz do bar, é já um dos rostos da S.C.R 1º Paivense.

Vanda Gomes

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