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Alargamento do Porto de Lisboa para o BarreiroNão contraria o Plano de Urbanização da Baía do Tejo/Quimiparque

Sérgio Saraiva, do Conselho de Administração da Baía do Tejo, ontem à tarde, no decorrer do debate sobre a actividade portuária no Barreiro, sublinhou que – “o Barreiro possui características únicas” para desenvolver no seu território –“uma plataforma portuária, industrial e tecnológica”.

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Alargamento do Porto de Lisboa para o Barreiro Não contraria o Plano de Urbanização da Baía do Tejo/Quimiparque

Por Jornal Rostos

Na sua opinião, o desenvolvimento da actividade portuária no território da Baía do Tejo – “é uma oportunidade para resolver constrangimentos do território”.
Sérgio Saraiva recordou que as discussões que foram realizadas, nos últimos tempos, sobre esta matéria tem sido – “um processo bastante partilhado”, com “uma lógica de parceria”, visando o “interesse nacional”, e ao mesmo tempo que se aposta na “revitalização da actividade portuária”, perspectiva-se a “revitalização do território”.

Resolução de problemas da cidade

Sérgio Saraiva, recordou que o Plano de Urbanização da Baía do Tejo/Quimiparque que tem vindo a ser desenvolvido, “permite meter no território uma diversidade” de actividades e contribuir para “a resolução de problemas da cidade”.
Neste contexto considerou que – “abandonar o Plano de Urbanização não corresponde à verdade”.
“O Plano não foi abandonado, tem que ser adaptado”, disse.
Recordou que o Plano de Urbanização – “prevê a actividade portuária” tal como “esta prevista”.
O projecto de alargamento do Porto de Lisboa para o Barreiro – “não contraria” o Plano de Urbanização” nos seus “eixos principais”, antes pelo contrário “reforça”.

Ligar ao centro da cidade

Sérgio Saraiva, sublinhou que as intervenções programadas para a Rua da União, vão ao encontro dos objectivos do Plano de Urbanização, de ligar o território da Baía do Tejo ao centro e ao tecido urbano da cidade.

Onde existiam montes de cinzas de pirite agora há crateras

Por outro lado, a propósito das contaminações dos solos, recordou que tem vindo a desenvolver-se um trabalho nesta área – “ao longo das últimas décadas”.
Sublinhou que onde existiam “montes de cinzas de pirite”, agora existem crateras” que têm que ser tapadas.
“Há um trabalho contínuo”, disse.
Recordou que este ano vão prosseguir os trabalhos com investimentos já aprovados de milhões de euros.

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