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Barreiro – Autarquia defende a classificação das chaminés«Todo o património que definimos está no processo para ser classificado»

Num encontro, com a comunicação social, promovido em conjunto pela Câmara Municipal do Barreiro e a Baía do Tejo, foi divulgado o património que vai ser objecto de um processo de classificação, e que já foi aprovado pela Secção de Património Arquitectónico do Conselho Nacional de Cultura.

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Barreiro – Autarquia defende a classificação das chaminés «Todo o património que definimos está no processo para ser classificado»

Por Jornal Rostos

Ontem, no decorrer de um encontro com a comunicação social, Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, sublinhou que no âmbito do Plano de Requalificação do território da Baía do Tejo e Zonas adjacentes, foi definido – “um conjunto de património” que se pretendia “classificar”, e, essa foi a base de trabalho que conduziu ao ponto actual de classificação do património.
O autarca salientou que, por parte da Câmara Municipal do Barreiro, que é seu entendimento, também como elemento para classificar, referindo-se às chaminés que existem no território da Baía do Tejo.
“Iremos propor essa classificação, dado que está ausente”, disse.

Temos esta visão de conjunto, é uma visão futura

O edil, sublinhou que no processo de classificação do património – “associamos o património industrial químico, ferroviário e moageiro”, nesse sentido, referiu que está em curso a classificação – “o sitio de Alburrica como de interesse municipal”, e, também “o património ferroviário”.
“Nós temos esta visão de conjunto, é uma visão futura”, disse, recordando que na recuperação do património – “os investimentos são pesadíssimos”.
O autarca sublinhou que a recuperação do património – “não quer dizer que tenha que ser musealizado, tudo terá que ser devidamente avaliado”.

Processo avançou porque se tomaram decisões mais sustentáveis

No diálogo com os jornalista, Carlos Humberto, sublinhou que “já existia uma proposta de classificação” do património cujo processo agora vai avançar, analisado em conjunto com a Baía do Tejo, no âmbito dos trabalhos do Plano de Requalificação.
“A proposta não avançou enquanto o plano não evoluísse e definisse as áreas”, disse.
Recordou que a Comissão de Património – “tinha que se pronunciar”.
“O processo avançou porque se tomaram decisões mais sustentáveis”, salientou.
“Todo o património que definimos está no processo para ser classificado”, referiu o autarca, excepto, as chaminés que a autarquia refere que vai pugnar pela sua classificação.

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