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Moita - Exposição de Pintura - «Reflexos de uma Consciência Cósmica»Uma exposição onde a arte toca os neurónios

Na Galeria do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, está patente a exposição de Pintura - «Reflexos de uma Consciência Cósmica» - um trabalho conjunto de Fátima Romão e Raúl Ferrão.

Uma exposição para ver, sentir, tocar, olhar…que nos ajuda a pensar a vida e o mundo.

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Moita - Exposição de Pintura - «Reflexos de uma Consciência Cósmica» Uma exposição onde a arte toca os neurónios

Por Jornal Rostos

Na Galeria do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo na Baixa da Banheira, foi inaugurada a exposição de Pintura - «Reflexos de uma Consciência Cósmica» - um trabalho conjunto de Fátima Romão e Raúl Ferrão, que vai continuar patente naquele espaço, e, pode ser visitada, até dia 19 de Novembro.

Todos viajamos no espaço

No decorrer da sessão inaugural os dois artistas plásticos, numa introdução, através da qual procuraram sensibilizar para o sentido estético dos trabalhos expostos, convidaram os presentes a vivenciarem o lugar, o espaço, o som, o tempo, visando transmitir o sentimento dos dias.
“Todos viajamos no espaço”, sublinharam, “através de uma consciência cósmica”, que nos liga ao longo de 365 dias por ano.
Foi referido que esse movimento é uma viagem que fazemos à volta da fonte de energia que é o sol, sendo essa a corda umbilical que nos liga.
“Esta é uma força que nos motiva a fazermos a nossa jornada”, foi sublinhado.

Olhar e sentir a dimensão do espaço

Na exposição «Reflexos de uma Consciência Cósmica», estão patentes quadros de Fátima Romão e Raúl Ferrão, um conjunto de obras que permitem olhar e sentir a dimensão do espaço, o posicionamento do homem nessa infinitude, numa projecção macro cósmica – no caso dos trabalhos de Raúl Ferrão – ou, encontrar, as raízes desse sentir humano, no encontro do homem com a natureza, as suas raízes microcósmicas – no caso das obras de Fátima Romão.

Infinito da nossa interioridade

Um conjunto de obras de arte que nos propõem uma reflexão sobre o nosso lugar no mundo, quer olhando para o infinito do universo, quer mergulhando para o infinito da nossa interioridade,
Todas as raízes, afinal, são raízes de vida.
Uma exposição para ver, sentir, tocar, olhar…que nos ajuda a pensar a vida e o mundo.
Uma exposição onde a arte toca os neurónios e os neurónios são raízes do infinito…

S.P.

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