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A Minha RuaPor Nádya Lopes
Barreiro

A minha rua continua descendo e passa rente à estrada que liga Santo António da Charneca da Cidade Sol, a minha casa é a mais bonita da minha rua. Todas as manhãs eu ia para a escola e pegava uma pinha que estava caída no chão e atirava para a floresta que tem em frente à minha casa.

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A Minha Rua Por Nádya Lopes Barreiro

Por Jornal Rostos

Pode ser que nem todos sintam a mesma coisa pela minha rua, mas eu guardarei sempre tudo o que foi e será sempre belo, pitoresco e tradicional, da minha queria Rua 2.
Rua dos meus sonhos, rua onde nasci e passo os melhores anos da minha vida, cheia de heróis anónimos, tipos singulares e locais de muita história, a minha bela rua começa nos prédios mais altos de trás e acaba nos mais pequenos da frente.

A minha rua continua descendo e passa rente à estrada que liga Santo António da Charneca da Cidade Sol, a minha casa é a mais bonita da minha rua. Todas as manhãs eu ia para a escola e pegava uma pinha que estava caída no chão e atirava para a floresta que tem em frente à minha casa.
Sempre que saia da escola mal podia esperar para chegar a casa e pedir à minha mãe para descer, para poder estar a brincar com os meus amigos.
Não troco a minha rua por mais nenhuma, não conheço outra tão bonita como a minha e nem conheço uma, tanto como conheço a minha.

Acordar bem cedo e olhar aquelas árvores e flores tão bem estimadas no jardim em frente à minha casa, podemos admitir a minha rua é uma rua cheia de cor, uma rua calma, uma rua bastante habitada e onde todos se conhecem, sempre que chegava a casa a minha ralhava muito pois era muito tarde e tinha estado muito tempo na rua, mas estar naquela rua com os meus amigos a brincar era perfeito. Todos os dias mal podia esperar para chegar a casa e poder sair para ir brincar, a minha rua cheia de defeitos que nós adorávamos para brincar.

Troncos das árvores viravam balizas de futebol, as flores criavam o nosso jardim de piquenique, os imensos bancos mais pareciam a nossa casa de bonecas e muitas outras coisas.
Espero viver sempre na minha rua onde nasci, sem ela nada faz sentido, obrigada por todos os sorrisos e momentos bons que me deste.

Nádya Lopes [nadjinhag@gmail.com]

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