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Conversas do Quotidiano – BarreiroUm plátano que afecta a vida dos moradores

Hoje, domingo, numa volta matinal pelas ruas, alguém me alertou para uma situação, no Largo Domingos Dias, no Lavradio, que, salientou, por diversas vezes apelou à Junta de Freguesia e Câmara para que fosse resolvida – “há décadas, e nunca ligaram”.

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Conversas do Quotidiano – Barreiro Um plátano que afecta a vida dos moradores

Por Jornal Rostos

Não são raras as vezes que, por mero acaso, quando caminho pelas ruas, amigos ou conhecidos, contactam comigo para que alerte para alguma situação que consideram necessária resolver, e, diga-se, em abono da verdade, que não são raras as situações que após o alerta publicado nas nossas páginas dias depois, ou tempos depois, situações que se arrastavam acabam por ser resolvidas.

Isto para vos dizer que, hoje, domingo, numa volta matinal pelas ruas, alguém me alertou para uma situação que, salientou, por diversas vezes apelou à Junta de Freguesia e Câmara para que fosse resolvida – “há décadas, e nunca ligaram”.
Quem visitar o local, facilmente se apercebe da situação, ali, no Largo Domingos Dias, onde está localizada a antiga sede da Junta de Freguesia do Lavradio, foi plantado um plátano, está enorme e as raízes levantaram a calçada, para além de os galhos, por vezes, quando não são devidamente podados entrarem pelas janelas e tocarem os telhados.
“Estas árvores causam poeiras que incomodam muito as pessoas idosas que aqui vivem e os velhotes, muitas vezes caem devido ao estado da calçada, causado pelas raízes”, comentaram.

Dizem-nos que várias vezes alertaram a Junta mas nunca resolveram.
“Escreva lá para ver se estes agora resolvem”, dizem-nos.

Outra situação que comentam é que aquele Largo à noite é utilizado para os mais diversos fins e os moradores, idosos que ali residem, são incomodados.
“Desde venda de droga a fazerem sexo”, sublinham.
“Já falamos em tempos com a Junta se não podia ser colocado um portão na entrada para a Avenida J.J. Fernandes, que nós os residentes, à noite podíamos fechar. Era a segurança do nosso largo, era a segurança das nossas casas”, dizem.
“O assunto já uma vez foi falado com o Adolfo Lopo, quando era presidente da Junta, mas ele disse que não era colocado aqui nenhum portão. Só que isto cada vez está pior”, referem.

E, foi assim, uma conversa numa manhã de domingo, das muitas que escutamos e, umas vezes editamos, outras esquecemos.
Esta conversa aqui fica, mais não seja, para que contribua e seja encontrada uma solução para o plátano e outra árvore especifica para aquele largo possa ser plantada.
Basta ir ao local ver e sentir que, para além das canalizações os idosos são mesmo prejudicados.

S.P.

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