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Barreiro - Dois assaltos esta madrugada no LavradioCausaram danos na SFAL e Bago de Milho
. «Têm que fazer alguma coisa»

Na madrugada de hoje, registaram-se mais dois assaltos no Lavradio, concelho do Barreiro, situações que estão a repetir-se com alguma frequência em estabelecimentos comerciais e residências.

“Isto já está deprimente, e com os assaltos as pessoas ainda ficam mais deprimidas”, referia um comerciante local, numa conversa de rua.

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Barreiro - Dois assaltos esta madrugada no Lavradio Causaram danos na SFAL e Bago de Milho . «Têm que fazer alguma coisa»

Por Jornal Rostos

Na SFAL – Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense, para além da destruição da montra, por onde entraram e saíram, danificaram a máquina registadora, levando a respectiva gaveta, onde se encontravam 50 euros, cujas moedas, foram ficando espalhadas pela rua durante a fuga.
A gaveta foi encontrada pela manhã, debaixo de um carro, junto às instalações dos Reformados do Lavradio.

Um dos assaltantes deve-se ter cortado nos vidros da montra, existiam na rua marcas de sangue, ao longo do percurso e na gaveta da caixa registadora.
O alarme que disparou e os gritos de uma vizinha colocaram em pânico os assaltantes que abandonaram na rua os produtos que anteriormente roubaram no Bago de Milho.
Os assaltantes, segundo residentes que os viram agir e fugir, são jovens.

No estabelecimento comercial «Bago de Milho», na Avenida J.J. Fernandes, após partirem o vidro da porta, por onde entraram, para além de chocolates, os assaltantes danificaram a máquina registadora.

Pelo que apurámos, a Polícia de Segurança Pública tem vindo a acompanhar esta onda de assaltos, suspeitando tratar-se de um «gang».

Os comerciantes do Lavradio estão indignados com esta situação, criticam o que refere com a inexistência de policiamento durante a noite e mesmo durante o dia.
Em comentários referem que as autarquias devem tomar posições sobre esta matéria.
“Isto já está deprimente e com os assaltos as pessoas ainda ficam mais deprimidas”, referia um comerciante local, numa conversa de rua.
“Têm que fazer alguma coisa” acrescentou.

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