Barreiro - Resolver mais um ponto negro da nossa cidade«O que nos orienta» é «resolver» a situação do POLIS, disse Frederico Rosa

Por Jornal Rostos
Ontem à noite, na reunião da Assembleia Municipal do Barreiro, realizada na SFUA 1º de Dezembro, em Santo António da Charneca, foi aprovada a 1ª Revisão Orçamental e Grandes Opções do Plano para 2018, o objectivo prever no mesmo a integração das verbas que estão sendo negociadas, com o Banco Santander, no âmbito das garantias bancárias relativas à urbanização junto ao POLIS.
A proposta foi aprovada comos votos favoráveis dos deputados do Partido Socialista, Partido Animais e Natureza, Bloco de Esquerda e Movimento de Cidadãos Independentes. Os deputados do Partido Social Democrata optaram pela abstenção. Os deputados da Coligação Democrática Unitária votaram contra.
Orçamento está inflacionado
Hugo Abade, CDU, em declaração de voto, salientou que o voto contra resultava de a sua força politica considerar o orçamento inflacionado e que as opções definidas – “não são as nossas opções”.
Preocupações com equilíbrio financeiro
Vítor Castro, PSD, também em declaração de voto, referiu que a abstenção do seu partido tinha por base a reflexão de dar o benefício da dúvida à gestão, e, afirmou que – “há opções que nos deixam preocupados quanto ao equilíbrio do orçamento e à saúde financeira do município”.
Resolver mais um ponto negro da nossa cidade
No decorrer da discussão, Frederico Rosa, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, sublinhou que esta revisão orçamental, fruto da negociação que está a ser feita, vai contribuir para – “resolver mais um ponto negro da nossa cidade”.
Sublinhou “o que nos orienta” é “resolver” a situação do POLIS.
O edil sublinhou que espera este ano ter resolvida a situação com a entidade bancária – “o negócio está a ser feito”.
Baloiço para crianças com cadeiras de rodas
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, salientou algumas acções que serão concretizadas, com a aplicação de cerca de 1 milhão de euros, oriundos das garantias bancárias.
Referiu, a colocação de um baloiço para crianças com cadeiras de rodas, no Parque Infantil, do Parque da Cidade – “é simbólico”, disse, mas “iremos alargar a todos os parques”, porque o objectivo é criar “uma cidade inclusiva”.
Máquina para pavimentação de ruas
Outra aplicação das verbas, disse, será na aquisição de uma máquina para pavimentações, de forma que a autarquia, por administração directa possa responder e solucionar situações pontuais nos arruamentos da cidade, com intervenções que podem contribuir para melhorar a circulação rodoviária.
Referiu igualmente que parte destas verbas destinam-se à recuperação da Doca Seca da CP, para a qual foi entregue uma candidatura que está em fase de apreciação.














