Barreiro – E, se o polivalente não voltasse…Pensar o espaço da cidade e a sua proximidade ao rio

Por Jornal Rostos
De facto, olhei e reparei que pela frente dali, daquele recanto, a vista para o Tejo era mais agradável e a inexistência do Polivalente, aproximava aquele troço da Avenida da Praia do Rio.
Alguém comentou: “Se construíssem o polivalente, ali, mais perto da Escola Alfredo da Silva, era bem melhor, pois quem utiliza isto mais vezes são os alunos daquela escola durante o dia”.
Recordei, que, na verdade, aquele polivalente quando foi construído destinava-se a ser um equipamento desportivo de apoio ao clube «Praiense» e à prática desportiva dos sesu atletas ou, até, de grupos de associados. Parecer-me, até, que a gestão quotidiana, de cedência a terceiros, grupos informais que utilizavam, era da responsabilidade do «Praiense», Colectividade que hoje, tanto quanto sei não funciona, pois no edifício onde funcionavam as suas instalações, vão arrancar, segundo dizem, em Junho, as obras da nova esquadra da Policia de Segurança Pública, que vai servir o Barreiro Antigo.
Registe estas trocas de conversa e comentei, que seria interessante comentar, para reflexão esta conversa, apenas com o intuito de por um lado, ver se uma solução de construir/reconstruir o polivalente mais perto da Escola Alfredo da Silva, seria ou não mais útil, para a comunidade escolar e até para a comunidade em geral. Os grupos informais que hoje utilizam aquele espaço, tanto lhes dá um lugar com outro..,
E, naquele espaço ficar uma zona aberta de lazer e para convivio, bem perto do Tejo, que diferença faria para a paisagem e para os utilizadores do Passeio Ribeirinho Augusto Cabrita…
Fica o registo…é uma conversa, apenas, para pensar o espaço da cidade e a sua proximidade ao rio.
S.P.














