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José Figueiredo, Comandante dos BVB – Corpo de Salvação PúblicaBarreiro Velho onde há mais incêndios em casas desocupadas

José Figueiredo, Comandante dos Bombeiros Voluntários do Barreiro – Corpo de Salvação Pública, esta manhã, no decorrer da cerimónia evocativa do Dia Municipal do Bombeiro, recordou que foram registados 261 incêndios no ano 2017.

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José Figueiredo, Comandante dos BVB – Corpo de Salvação Pública Barreiro Velho onde há mais incêndios em casas desocupadas

Por Jornal Rostos

O Comandante dos Bombeiros Voluntários do Barreiro sublinhou que no ano de 2017 a sua corporação registou 10.363 situações de socorro, o que corresponde a uma média de 23 saídas por dia.
Referiu que foram registados 261 incêndios, sendo na zona do Barreiro Velho onde se registam mais incêndios em casas desocupadas.
Por outro lado, os incêndios registados em habitações têm mais registos nas freguesias do Alto do Seixalinho, santo André e Santo António da Charneca.

2017 ficou marcado pelos danos humanos

José Figueiredo, referiu que em 2017 foram registados 218 acidentes e 9.091 ocorrências.
Na sua intervenção salientou que os números, só por si, são representativos do trabalho realizado pelos bombeiros no concelho do Barreiro, que estão ao serviço de uma população de 78.444 habitantes, com uma densidade populacional média de 2.164.
Recordou que o ano 2017 ficou marcado pelos danos humanos, materiais e ambientais em sequência dos fogos florestais.
Salientou que os bombeiros do Barreiro, nos fogos de verão, marcaram presença em vários distritos, por todo o país.

Duas equipas de Intervenção Permanente

O Comandante do Corpo de Salvação Pública, sublinhou que no concelho do Barreiro, há três empresas abrangidas pela definição SEVESO, existe um grande fluxo de trânsito pesado nas suas acessibilidades, existe a Mata da Machada, todas estas situações, disse, são mais que justificativas para que existam duas equipas de Intervenção Permanente – EIP – contribuindo as mesmas para garantir a qualidade de respostas 24 horas por dia.

Mecanismos para diminuir os danos

José Figueiredo, referiu o trabalho realizado no período que antecedeu a denominada época de fogos florestais, nomeadamente, o programa «Aldeia Segura».
Salientou que estes são mecanismos para diminuir os danos, mas, só por si não apagam os incêndios.

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