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Barreiro - Acácio Coelho, Comandante dos Bombeiros Voluntários do Sul e Sueste«Protecção Civil e Segurança são bens públicos»

. Depois do fogo deixar de ser notícia há como uma “amnésia colectiva”.

Aos jovens está a chegar a cultura de Protecção Civil, salientou Acácio Coelho, Comandante dos Bombeiros Voluntários do Barreiro Sul e Sueste, esta manhã, na sessão evocativa do Dia Municipal do Bombeiro.

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Barreiro - Acácio Coelho, Comandante dos Bombeiros Voluntários do Sul e Sueste «Protecção Civil e Segurança são bens públicos»

Por Jornal Rostos

Acácio Coelho sublinhou que o Dia Municipal do Bombeiro é um dia especial, é o dia que se sente a gratidão dos barreirenses, que expressam a sua amizade pelos seus bombeiros, que sentem orgulho nos seus bombeiros.

Implementação de uma cultura de protecção civil

O Comandante dos Bombeiros Voluntários do Sul e Sueste, referiu a importância da formação e da implementação de uma cultura de protecção civil.
Recordou que nos dias de hoje, já se contam com maior formação e com mais conhecimento das medidas de autoprotecção.
Salientou que aos jovens está a chegar a cultura de protecção civil.
Saudou o esforço que tem sido feito para implantar esta cultura nas escolas e na comunidade.

No pico do Verão não há português que não se indigne

Acácio Coelho, lançou o desafio de ser continuado o trabalho que tem sido realizado para que o Barreiro seja um exemplo de segurança.
“A Protecção Civil e a Segurança são um bem público”, disse.
Recordou que os acidentes são obras do acaso, a segurança é feita de trabalho.
Na sua intervenção salientou que estas iniciativas como o Dia Municipal do Bombeiro são indispensáveis, porque muitas vezes o trabalho dos bombeiros não tem visibilidade.
Recordou que os bombeiros não trabalham só nos incêndios de Verão e só nesta altura são noticia.
“No pico do Verão não há português que não se indigne”, disse.
Depois, quando o fogo deixa de ser notícia, há como uma “amnésia colectiva”.

Estamos fartos

Acácio Coelho, considera que sobre esta matéria existe uma “impunidade instalada” e, afirmou que nós os bombeiros – “estamos fartos”.
O Comandante dos Bombeiros Voluntários do Sul e Sueste, sublinhou que o fogo não é sazonal e defendeu a necessidade de existir, porque é essencial, uma estratégia de prevenção e vigilância.
Recordou que em 2017, os bombeiros da sua corporação atingiram as 8000 horas nos combates aos fogos florestais, que assolaram por todo país.

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