Moita - É preciso saber como a Baixa da Banheira cresceuOs banheirenses «trouxeram a consciência politica da fábrica para as colectividades»

Por Jornal Rostos
Salientou que essa batalha ideológica, em Portugal, passa pelo branqueamento do fascismo, disse que muitos usam palavras como «Estado Novo», o «anterior regime», às vezes a «Ditadura», mas falar em «fascismo é que não».
Disse que esta aversão de falar em fascismo vai passando para as gerações mais novas, que vão perdendo a noção do que era esse tempo – “por isso é importante que essa história seja contada”, disse o edil.
É preciso saber como a Baixa da Banheira cresceu
Rui Garcia recordou como a Baixa da Banheira cresceu, disse que é preciso saber como esta terra cresceu, conhecer essa realidade, para que se possa falar da sua realidade de hoje, acrescentou, que muitas vezes há um profundo desconhecimento do percurso da Baixa da Banheira.
Consciência Politica da fábrica para as colectividades
O presidente da Câmara Municipal da Moita sublinhou que esta é “uma terra com opinião”, uma terra “onde a consciência social e politica não nasceu do acaso”, antes pelo contrário, foi uma consciência que nasceu na fábrica – “foi aí que aprenderam a liberdade”, no confronto com o capital e com o Estado que era a força da repressão.
O autarca referiu que os banheirenses – “trouxeram a consciência politica da fábrica para as colectividades”.
Recordou que a primeira escola do ensino preparatório nasceu na Baixa da Banheira em 1972 e o seu Centro de Saúde só nasceu após o 25 de Abril.
Rui Garcia sublinhou que a população da Baixa da Banheira sempre lutou por um mundo melhor e por uma vida melhor.
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