Barreiro - Oferta de Manuais escolares até ao 12ºanoProposta aprovada pelos eleitos PS e PSD
. CDU votou contra
Na última reunião da Câmara Municipal do Barreiro foi aprovada a proposta de oferta de manuais escolares até ao 12º ano aos alunos que residem no Barreiro.
A proposta foi aprovada com os votos contra da CDU que considera esta ser uma obrigação do estado e não da autarquia.

Por Jornal Rostos
Na última reunião da Câmara Municipal do Barreiro, Sara Ferreira, vereadora responsável pela área da educação, apresentou a proposta de atribuição de Manuais Escolares para o ano lectivo de 2018/2019.
A autarca sublinhou a sua especial satisfação de apresentar esta proposta porque a mesma correspondia ao cumprimento de uma promessa eleitoral de oferta de dois Manuais Escolares até ao 12° Ano, a estudantes que residam no Barreiro.
Referiu que a proposta será concretizada ao nível do Ensino Público através de subsidio aos sete Agrupamentos de Escolas de acordo com os livros adquiridos, quando ao Ensino Particular os livros serão adquiridos pela autarquia, em livrarias do concelho e entregues nas escolas.
Sara Ferreira salientou que esta medida politica, visa o apoio às famílias e a promoção da educação.
Paulo André, vereador eleito pela CDU, sublinhou que o apoio à família e uma boa medida e faz sentido e considerou que esta medida já devia ter sido implementada, porque é uma obrigação do governo e não da Câmara Municipal do Barreiro.
Sara Ferreira, esclareceu que concorda que esta não é uma obrigação da autarquia mas é – “uma vontade nossa”.
Rui Braga, vereador eleito pelo PS, considerou que esta é uma medida de apoio às famílias, queremos aliviar as famílias do Barreiro, é o cumprir de uma promessa eleitoral.
Salientou que é isto que separa o PS da CDU, referindo que para a CDU – “é mais fácil chutar para longe”.
José Paulo Rodrigues, vereador eleito pelo PSD, expressou a sua concordância com a proposta.
A proposta foi aprovada com os votos favoráveis do PS e PSD e os votos contra da CDU.
Paulo André, em declaração de voto, referiu que o voto contra dos eleitos da CDU resultava de considerarem que esta é uma obrigação do Estado e não da autarquia -“é uma questão de equidade” - e também que a existir esta decisão devia abranger todos os que estudam no Barreiro e não só os que residem.














