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Arqueologia da Construção Naval no Barreiro e Seixal«Vai dar dimensão mundial à arte naval na margem esquerda» afirma Cláudio Torres

Cláudio Torres, salientou que há um trabalho de arqueologia por realizar, “aqui neste espaço” do Rio Coina, no Barreiro, que “nunca foi realizado”.

Oxalá que outra geração possa realizar a investigação para dar a dimensão mundial da arte naval, que há na margem esquerda do Rio Tejo, afirmou.

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Arqueologia da Construção Naval no Barreiro e Seixal «Vai dar dimensão mundial à arte naval na margem esquerda» afirma Cláudio Torres

Por Jornal Rostos

No âmbito das Jornadas do Património Cultural do Barreiro, hoje à tarde, na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, Cláudio Torres, Arqueólogo, investigador de cultura islâmica, referiu que – “Lisboa foi, durante quase um século o maior centro de construção naval”, no mundo, onde foram construídos um certo tipo de barcos, nos estaleiros junto ao Terreiro do Paço.
Mas, sublinhou, os mais importantes estaleiros de construção naval de todo o país eram aqui nesta margem, no Barreiro e Seixal.

Uma importância mundial

Cláudio Torres, salientou que há um trabalho de arqueologia por realizar, “aqui neste espaço” do Rio Coina, no Barreiro, que “nunca foi realizado”.
“Há uma arqueologia aqui neste sitio que um dia tem que ser valorizada”, disse.
Na sua opinião, quando este trabalho arqueológico for desenvolvido, no Barreiro e no Seixal, os estudos que forem realizados, vão dar uma importância mundial a estes territórios
Referiu que nestes sítios, há inacreditavelmente, grandes referências arqueológicas da construção naval.
Oxalá que outra geração possa realizar a investigação para dar a dimensão mundial da arte naval, que há na margem esquerda do Rio Tejo.

Intervenção de arqueologia naval no Rio Coina

Carla Marina Santos, Presidente da Direcção da Cooperativa Cultural Popular Barreirense, recordou que, no ano 2001 ( recorde-se, época em que exercia a função de vereadora da Câmara Municipal do Barreiro, responsável pela área cultural), existia um programa de intervenção de arqueologia naval, no Rio Coina, que tinha o apoio da Direcção Geral do Património Cultural , da Escola de Fuzileiros Navais e a autorização dos proprietários com terrenos nas margens do rio.
Salientou que, a autarquia tinha um arqueólogo e, que, estiveram para avançar as escavações arqueológicas no Coina.
Referiu, desconhecer porque não avançaram as escavações, dado que, entretanto, nesse ano, deixou de exercer funções de autarca.

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