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Um Sem Abrigo vive há mais de três mesesEm condições inadmissíveis junto à Biblioteca Municipal do Barreiro.

Há três meses que um sem abrigo utiliza para viver um recanto da Biblioteca Municipal do Barreiro.

Pelo que nos disseram já está referenciado pela Segurança Social, mas, de facto, já lá vão mais de três meses e, hoje, lá estava, em pleno dia a viver naquele espaço.
E de facto, é caso mesmo para dizer : vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar

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Um Sem Abrigo vive há mais de três meses Em condições inadmissíveis junto à Biblioteca Municipal do Barreiro.

Por Jornal Rostos

Em Março de 2018, faz um ano, publiquei um breve texto, sobre a necessidade de serem criadas condições de apoio aos sem abrigo no concelho do Barreiro.
Alertava para a necessidade urgente de se colocar ponto final a situações como aquelas vividas diariamente na urgência do Hospital do Barreiro.

Pelo que tem sido dito, os sem abrigo no concelho do Barreiro, não são uma realidade de grande dimensão, mas, na verdade, eles existem e ocupam espaços públicos.
Um destes dias alguém comentava comigo que o espaço de atendimento do Serviços de Urgências do Hospital do Barreiro, infelizmente, ainda continua a ser utilizado por sem abrigo.
Ali, nas cadeiras, cobrem-se e passam a noite, utilizam as instalações sanitárias e todos olham para o lado, como se nada estivesse a acontecer.

Mas, ontem, Dia da Poesia, estive na Biblioteca Municipal do Barreiro e fui alertado para uma realidade que, há cerca de três meses ali acontece, uma situação que merecia uma atenção, por parte de quem de direito com a maior urgência.
Há três meses que um sem abrigo utiliza para viver um recanto da Biblioteca Municipal do Barreiro.

Pelo que nos disseram já está referenciado pela Segurança Social, mas, de facto, já lá vão mais de três meses e, hoje, lá estava, em pleno dia a viver naquele espaço.
E de facto, é caso mesmo para dizer : vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar

A existência de pessoas sem abrigo, obriga que se pense na criação, no concelho do Barreiro, um «Espaço», que possa ser utilizado para pernoitar e servir refeições a estas pessoas.

Com escrevi, faz agora um ano, repito, mais que saber a quem compete, o importante é que a «chama da solidariedade» chegue a estes cidadãos que sentem na pele os efeitos dos tempos que vivemos.

S.P.

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