Saltar para o conteúdo
Postais

Embarcações tradicionais do Tejo daqui a 10 anos drasticamente reduzidas.Por Francisco Moura
Barreiro

Nem o porto de Lisboa tem um lugar onde estas únicas e históricas embarcações possam atracar e ser vistas…quem as quiser ver vá ao museu…
São alguns destes sinais que fazem recear pelo futuro… eu sei que a esperança é a ultima a morrer.

2 min de leitura
Embarcações tradicionais do Tejo daqui a 10 anos drasticamente reduzidas. Por Francisco Moura Barreiro

Por Jornal Rostos

São cada vez mais os sinais que me levam a querer que as embarcações tradicionais do Tejo daqui a 10 anos estejam drasticamente reduzidas.
Talvez resistam apenas as protegidas pelas Câmaras Municipais, mas as embarcações entregues a particulares estarão em risco.
Quais os sinais que me levam a prever esta situação?
Lutar contra a corrente, cansa…e o tempo não ajuda.

O governo não ajuda nem olha para a população ribeirinha à muito que vive de costas para o rio.
Até agora não apareceu uma instituição um grupo que proteja por lei e que incentive os arrais a cuidar das suas embarcações. Pois a manutenção destas são muito caras e difíceis tecnicamente, as inspecções os impostos não são compatíveis com a importância histórica e cultural que representam estas embarcações.

O turismo por si só não é suficiente para proteger um projecto a longo prazo. Por vezes á instituições que promovem regatas mas não contribuem para a defesa consequente deste património único. A comunidade escolar onde estão os jovens vive distante da sociedade ribeirinha…e com outras prioridades. Só os clubes ou centros náuticos dão algum apoio a estas embarcações.
Nem o porto de Lisboa tem um lugar onde estas únicas e históricas embarcações possam atracar e ser vistas…quem as quiser ver vá ao museu…

São alguns destes sinais que fazem recear pelo futuro… eu sei que a esperança é a ultima a morrer. E o meu lema é “É preciso navegar…”

FRANCISCO MOURA.

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção