Estudo de Impacte Ambiental do aeroporto do MontijoMaré máxima no estuário do Tejo pode inundar a pista

Por Jornal Rostos
De acordo com noticia publicada na edição de sábado do jornal «Expresso», Carlos Antunes, investigador do Departamento de Engenharia Geográfica, Geofisica e Energia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, o Estudo de Impacte Ambiental do aeroporto do Montijo, 2Omite projecções mais extremas e subestima a amplitude dos riscos da súbida do nível do mar e seus impctos no projecto”.
O investigador alerta para as situações extremas em que a maré do estuário do Rio Tejo pode inundar parte da pista do aeroporto do Montijo.
Na noticia refere-se que nas contas do EIA existem erros de cálculo das variáveis usadas, que apontam para um aumento de caudal do tejo, num dia de tempestade de 3,42 metros, em 2070, e considera que não há risco para a pista. Refere-se que a concessão do aeroporto termina em 2062.
O investigador refere que as contas foram mal feitas, porque a inundação máxima numa situação extrema deve apontar para 3,99 metros.
Na noticia refere-se que numa situação extrema, no ano 2050, se a maré subir até 4, 17 metros, perto de 1,6 km da base aéra pode ficar submersos, incluindo 400 metros da pista actual.














