Moita - Utentes de Saúde da Baixa da Banheira recebidos pela Ministra da Saúde13 804 Utentes sem médico de família.
“Parece que fomos tratados como gente e que mais este esforço deverá ser compensado”, sublinham os utentes.

Por Jornal Rostos
No decorrer da reunião refere a Comissão de Utentes, no facebook, foram abordadas matérias já apresentadas por via documental e entregue um novo pedido de esclarecimentos.
Dos dados da análise sobre a situação do Centro de Saúde da Baixa da Banheira foi salientado que são 27 602 os utentes inscritos; dos quais 13 718 utentes com médico de família e 13 804 Utentes sem médico de família.
De referir que mais de 5 000 Utentes não inscritos, são atendidos anualmente na UCSP. Actualmente confirma-se que faltam 8 médicos de saúde familiar e faltam 8 enfermeiros.
Foram registados os problemas com equipamentos (elevador, central telefónica e impressoras para os gabinetes médicos), os quais serão resolvidos.
Estas foram as situações transmitidas no decorrer da reunião com a Ministra da Saúde, também com a presença de um membro do Conselho Directivo da ARS/LVT (Dr. Nuno Venade).
Foi referido na reunião, que vão ser promovidos novos concursos para admissão de mais técnicos de Saúde para a Baixa da Banheira e, também, para resolução dos problemas da aquisição de novos materiais.
Quanto ao novo Centro de Saúde da Baixa da Banheira deverá ficou perspectivada a importância do mesmo ter todos os médicos e e enfermeiros, de forma que todos os utentes sejam abrangidos com médico e enfermeiro de família.
Ficou expresso o desejo que as instalações sejam apetrechadas de todos os equipamentos, visando permitir a sua entrada em funcionamento logo após a conclusão da obra.
Considerou-se importante que no novo Centro de saúde sejam implementadas algumas especialidades clínicas, nomeadamente - Psiquiatria, Estomatologia; Nutricionismo e Fisioterapia.
Segundo a nota divulgado pelos utentes a reunião decorreu duma forma muito cordial, ficando o diálogo sempre aberto para contactos futuros.
“Parece que fomos tratados como gente e que mais este esforço deverá ser compensado”, sublinham os utentes.














