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Câmara Municipal do BarreiroAprovado Orçamento de 65 milhões de euros para 2022
. PS a favor . PCP/CDU contra

Na reunião da Câmara Municipal do Barreiro realizada hoje foram aprovadas as Grandes Opções do Plano e Orçamento para o ano 2022, com os votos favoráveis dos eleitos do PS e os votos contra dos eleitos do PCP/CDU.

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Câmara Municipal do Barreiro Aprovado Orçamento de 65 milhões de euros para 2022 . PS a favor . PCP/CDU contra

Por Jornal Rostos

O Orçamento com um valor total um pouco acima do 65 milhões de euros, conta entre outras com receitas na ordem de 11 milhões euros oriundos o IM, acima de 3 milhões de euros do IMT e um poco mais de 1 milhão e meio de euros, provenientes do IUC.

As despesas de capital que correspondem a cerca de 20 % do orçamento, são na ordem dos 13 milhões, enquanto as despesas correntes correspondem a cerca de 65%, dos quais na ordem dos 46% são relativos a custos de Recursos Humanos.

As obras em curso da Esquadra da Policia de Segurança Pública, no Barreiro Velho; que de verá estar concluída em Janeiro de 2022, a Start-up, também prevista concluir no começo de 2022, e o Moinho Grande, foram as obras referenciadas.

Por outro lado, foi dito que com recurso a verbas oriundas do PRR, poderão vir a avançar investimentos na área da Habitação Social. a recuperação da Caldeira Grande e a Loja do Cidadão, que será instalada no Forum Barreiro.

Rui Braga anunciou que poderá ter inicio no ano de 2022 a intervenção prevista de reabilitação do território do Barreiro Velho, um operação para a qual existe um empréstimo de 5 milhões de euros, O autarca reafirmou a vontade de debater o projecto de reabilitação do Barreiro Velho, com a comunidade.

Divulgou igualmente que vai avançar a reformulação da Rua Miguel Bombarda, onde vai ser dinamizada uma experiência piloto de
aplicação do conceito “Smart Cities”, a nível de mobilidade e plataformas digitais.

Referiu igualmente as obras que vão ser realizadas de construção das bacias de retenção na Penalva, de forma a resolver os problemas que afectam a AUGI daquele território.

Sara Ferreira, salientou que para a cultura está perspectivada uma verba na ordem de um milhão, prevendo-se aumentos de 10% nos protocolos, e desta forma, disse, repondo os cortes que a autarquia foi obrigada a fazer nos tempos da troika.
Nas verbas para o associativismo os apoios destinados a obras aumentam 50 mil euros, sendo o totak250 mil euros, num bolo global de 320 mil euros.

A CDU salientou que a sua opção de votar contra o orçamento reside na discordância que este seja um orçamento focado no futuro, dado que não tem estratégia, e classificou o documento como "um orçamento de gestão corrente", onde, disse, se espelha menos investimento e aumento da despesa corrente.

Referiu Miguel Amaral, que nos projectos de investimento existe uma grande dependência em relação ao PRR - "não é um orçamento bom e estruturante para o municipio".
Rui Braga, contestou sublinhando que no orçamento "não estamos dependentes do PRR", mas o objectivo é "aproveitar a oportunidade" para intervir no território.

O documento foi aprovado com os votos contra dos dois vereadores do PCP/CDU e os votos favoráveis dos sete eleitos PS.

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