Exposição nas Oficinas Ferroviárias do Barreiro no programa nacional dos 50 anos do 25 de AbrilDivulga José Pacheco Pereira, da associação cultural Ephemera
Por Jornal Rostos
No decorrer do Colóquio sob o tema “Fontes para a História Social de Portugal”, integrado nas Jornadas Europeias do Património, uma cidadã barreirense, no período de debate, a propósito de património do Barreiro alertou para o facto de nas intervenções não ter sido abordado o património ferroviário do Barreiro.
Na sua intervenção interrogou sobre a possibilidade de ser feita uma candidatura para evitar a degradação da Estação Ferroviária do Barreiro, à semelhança daquela que foi feita pela APL, para recuperação da Gare de Alcântara, no âmbito da WMF – World Monuments Fund, como foi divulgado pela prelectora Teresa Veiga de Macedo.
Criar um movimento cívico
Teresa Almeida, referiu que para se concretizar uma candidatura era importante a existência – “um primeiro passo”, com a criação de um movimento cívico, e, serem desenvolvido estudos da situação, para elaboração de uma candidatura, a qual valorizasse os aspectos importantes de preservação daquele património ferroviário.
Exposição dos 50 anos de abril no Barreiro
José Pacheco Pereira, a propósito desta matéria e da importância da cultura ferroviária no concelho do Barreiro, divulgou que no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, na programação em curso, em conjunto com a Comissão das Comemorações, a associação Ephemera vai realizar uma exposição com o tema : «Sindicalismo e as lutas Operárias de 1968 a 1974». A exposição será realizada no Barreiro, nas Oficinas Ferroviárias e em Lisboa.














