A CRISE DA HABITAÇÃOPor António Neves
Barreiro
Nunca conheci uma situação como aquela que estamos a viver, e que não preciso de caracterizar.

Por Jornal Rostos
Ano após ano anunciam-se programas promissores, apoios para a compra ou arrendamento, mas nada ou muito pouco acontece, e o que ouvimos a toda a hora é que os jovens não conseguem deixar a casa dos pais ou, quando o fazem, vão "fazer uma vaquinha" com dois, três ou quatro amigos para conseguirem pagar a renda de um apartamento.
Pensei trazer aqui uma imagem que pode servir de exemplo de como se pode resolver uma grande parte dos problemas da habitação, sem centenas de milhões e sem ter de esperar para 2030…ou para o fim do século..
Este pequeno imóvel era, há menos de seis meses, um prédio emparedado ali junto ao moinho pequeno.
De um momento para o outro, vemos quatro apartamentos T1 prontos a habitar.
Não sei, nem interessa para o caso, os passos que deu o proprietário da ruína e o empresário que a recuperou. Não sei se houve apoios camarários ou não.
O que todos ficamos a saber é que, se cada empresário Barreirense imitasse este exemplo, e se todas as autarquias imitassem os empresários Barreirenses, resolvia-se em grande parte o problema da habitação, e a senhora Ministra da Habitação
podia dedicar-me aos imóveis do Estado para que este tenha o seu parque habitacional para quem depende do Estado.
Às vezes as melhores soluções estão ao virar da esquina.
António Neves














