Um mau exemplo e um mau serviçoPor António Neves
Barreiro
Terminada a recolha , encaminhavam-se para um "ferro velho" que havia no Lavradio, nas traseiras do cemitério, e voltavam com alguns escudos, com que satisfaziam parte das suas necessidades.

Por Jornal Rostos
Já não haverá hoje esses compradores de cartão, papel, ossos, e outros desperdícios que trocavam por tostões.
Mas, se os houvesse, será que ainda haveria quem se desse ao trabalho de vir a esta e a outras ruas encher os carros de mão e ir ao " ferro velho" trocá-los por alguns euros?
Há profissões mais penosas...
É claro que isto é um mau exemplo e um mau serviço que as empresas de recolha e reciclagem prestam à população.
Apetece-me perguntar se ainda há negociantes de papel/cartão. Em caso afirmativo, dêem-se a conhecer. Pode ser que apareçam, de novo, recolhedores de loja em loja.
Poupavam aos comerciantes o trabalho de levar o cartão aos contentores, e poupavam aos moradores este espetáculo.
António Neves














