Adeus, Luís, compadre amigo.Por António Neves
Barreiro
Com esta obra prima em que aplicaste o melhor do teu talento, quero recordar o brilho dos teus olhos quando viste a tua Última Ceia "encher" a nossa sala de jantar na casa da Vila Chã.

Por Jornal Rostos
Pintando a mesa vazia, quiseste que nos focássemos nos rostos expressivos dos Apóstolos interrogando o Mestre, que os reunira ali para uma despedida que não compreendiam, como a nós custa compreender a tua inesperada e dolorosa partida.
Vou oferecer o quadro à Íris e ao Tiago para que, na sua sala, fique a lembrança das muitas refeições que lá partilhámos.
Adeus Luís.
Não caias mais nenhuma vez.
António Neves














