BARREIRO - Cerimónia evocativa do bicentenário da morte de D. João VIPalestra do escritor Armando Seixas Ferreira evoca memória e legado do monarca

Por Jornal Rostos
Na sua palestra, Armando Seixas Ferreira, sublinhou que D. João VI foi decisivo num dos momentos mais difíceis da história de Portugal. Ameaçado pelos exércitos invasores, o filho da rainha D. Maria I tomou a decisão de transferir a capital para o Rio de Janeiro, mantendo intacta a nossa independência.
No Brasil, o monarca fundou um império. Quando regressou a Lisboa, D. João conduziu os destinos do país a partir da Bemposta, vivendo neste paço os últimos anos da sua vida.
A 10 de março de 1826, D. João VI morre inesperadamente no seu quarto no paço da Bemposta, vítima de uma congestão, suspeitando-se de envenenamento.
Na cerimónia foi evocada a memória e o legado deste soberano que marcou para sempre a história de Portugal e do Brasil.
Recorde-se que, recentemente, o Ministro da Defesa Nacional anunciou a reabilitação e musealização da capela e dos aposentos reais de D. João VI no Paço da Bemposta, sede da Academia Militar.
Armando Seixas Ferreira, é o autor da obra «1821 – O regresso do rei», na qual escreve um relato empolgante sobre a viagem de regresso do rei D. João VI a Portugal.
Fonte - MDN














