Bloco de Esquerda –BarreiroConcorremos para eleger nos vários órgãos
O Bloco de Esquerda, Barreiro, apresentou os seus candidatos às Presidências das Juntas de Freguesia do concelho do Barreiro.
Mário Durval, no decorrer da apresentação sublinhou que o BE tem mais valia no concelho do Barreiro que lhe permite acreditar que existem condições para eleger em vários órgãos no concelho.

Por Jornal Rostos
Mário Durval, candidato à Presidência da Câmara Municipal do Barreiro, salientou que “concorremos para eleger para os vários órgãos do concelho”.
Foram apresentados os candidatos do Bloco de Esquerda que vão concorrer à Presidência da Juntas de Freguesia do concelho do Barreiro:
Barreiro
Rosário Vaz, Professora do Ensino Superior, Aposentada.
Santo André
Teresa Oliveira, Professora
Verderena
Aldemiro Cabrita, Licenciado em Gestão de Empresas, Inspector de Transportes Ferroviários
Santo António da Charneca
Romy Tavares, Professora de Dança Clássica, Coordenadora do Programa Escolhas
Alto do Seixalinho
Manuel Sabino, Ferroviário –REFER, Vice Presidente da Direcção do Clube Ferroviários do Barreiro e Presidente da Federação dos Clubes Ferroviários
Coina
Vitália Ribeiro, Professora de Economia, activista do Movimento Associativo
Palhais
António Elias, vive na Quinta do Torrão e aposta na preservação da Mata da Machada
Lavradio
Elita Barreto, Residente nos Fidalguinhos, ex-membro do TESFAL, Teatro de Ensaio da SFAL
Mário Durval, após a apresentação dos candidatos divulgou que o lema eleitoral do Bloco de Esquerda, nas autárquicas de 2005, será: “Barreiro –Cidade das Pessoas”.
“A cidade tem que ser propriedade das pessoas e ser um espaço para que as pessoas vivam com qualidade” –referiu Mário Durval, pelo sublinhou ser necessário “melhorar a qualidade de vida das pessoas, dar mais poder às pessoas, mais participação, mais co-decisão na definição de estratégias”.
O candidato do Bloco de Esquerda considerou que os cidadãos não podem limitar-se a votar de quatro em quatro anos, escutando as promessas eleitorais e depois ficarem de fora na tomada de decisões.
Mário Durval sublinhou que do “ponto de vista urbanístico a cidade tem que ser das pessoas, tem que possuir jardisn,esplanadas” e considerou que “a lógica do betão, é uma lógica que não respeita as pessoas”.
Funcionamento da Cãmara
Na sua opinião “o Barreiro ser das pessoas passa pela forma como a Câmara funciona” e na seu funcionamento com “o espírito de serviço”.
“Isto é com a gestão da Câmara, não é com os trabalhadores”, neste contexto, salientou que “os poderes autárquicos não acreditam nos trabalhadores da Câmara”.
Mário Durval considerou ainda que para a “cidade ser das pessoas” tem que “ir em busca das suas raízes” porque “não há cidade sem memória”.
Salientou que “a nossa memória não está inscrita no território”, dando como exemplo a forma como estão ignorados os Fornos de Cerâmica na Mata da Machada, neste contexto criticou o facto de os descobrimentos – a cidade e as descobertas - ser uma matéria que merecia um Parque temático, recordando as relações do Barreiro com o mar, sublinhou igualmente as memórias ferroviárias, químicas e da cortiça, completamente ignoradas – “sem memória não há futuro”.
Mário Durval sublinhou que é necessário construir “uma cidade mais limpa, com mais animação e mais cultura”.














