Bloco de Esquerda – BarreiroPrioridades para o Programa Eleitoral
“Barreiro Cidade das Pessoas”
. Lista de candidatos à Assembleia Municipal do Barreiro
Segundo nota enviada para a nossa redacção o Bloco de Esquerda vai realizar, no dia 10 de Setembro, um debate destinado a aprofundar as prioridades do Programa Eleitoral do Bloco para o concelho do Barreiro, cujo lema é “Barreiro Cidade das Pessoas”.
Segundo nota enviada para a nossa redacção o Bloco de Esquerda vai realizar, no dia 10 de Setembro, um debate destinado a aprofundar as prioridades do Programa Eleitoral do Bloco para o concelho do Barreiro, cujo lema é “Barreiro Cidade das Pessoas”.

Por Jornal Rostos
Neste debate irão participar os candidatos às eleições autárquicas daquela força política, simpatizantes e amigos do BE, “para aprofundarmos os temas priorizados no programa concelhio” – sublinha a Comissão Politica Concelhia.
A iniciativa está agendada para o Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro, entre as 14h30m e as 18h 30m.
Nota - A localização ainda carece de confirmação.
Linhas de programa – Para Debate
1.Quebrar o ciclo de “os amigos são para as ocasiões” -- Nova política de gestão da Câmara
1.Confiança nos trabalhadores da autarquia
i.Acabar com os assessores e chefes “metidos a martelo” só para encaixar os amigos do partido, muitas vezes em detrimento de técnicos de qualidade existentes na autarquia.
ii.Desenvolver a participação dos trabalhadores da Câmara na gestão da autarquia
2.Confiança nos cidadãos
i.Aumentar a participação dos cidadãos e desenvolver formas de co-decisão nos processos com relevância política.
ii.Instalar a transparência de processos – Todos os processos que envolvam decisões camarárias devem estar sempre acessíveis aos cidadãos – Não existem segredos na Câmara.
3.Desenvolver o espírito de serviço público
i.Os Serviços da Câmara existem para os cidadãos, devendo a sua organização ser modificada no sentido de lhe facilitar a vida:
1.Personalização e gestor de processo em situações que exijam acompanhamento continuado.
2.Acesso “on line” para informações relevantes dos processos.
3.Informatização de contactos pontuais dos cidadãos com a Câmara
4.Lojas do cidadão, de proximidade, onde se resolvam ou encaminhem todos os problemas de contacto com a Câmara.
5.Encontrar formas de contacto facilitado para os cidadãos info-excluidos
6.Criar compromissos de tempo para a resolução dos problemas – critérios de qualidade na prestação de serviços e não burocracia
Questões polémicas
1.Até que ponto se aceitam assessores políticos? No Gabinete do Presidente? Com os vereadores? Os políticos são só os eleitos?
2.A participação dos trabalhadores da autarquia tem legitimidade política? Até que ponto podem co-decidir com os eleitos?
3.Não existem mesmo segredos ou há coisas que devem ser escondidas? Se sim, quais?
4.Devem ser definidos prazos para resolução dos problemas dos cidadãos?
2.Quebrar o ciclo do Betão
1.Dar prioridade à reabilitação urbana:
i.Reabilitação do Barreiro Velho -- habitação de jovens e famílias pequenas ou em início de vida
ii.Reabilitação de fogos devolutos em detrimento de novas construções
2.Vetar novos projectos imobiliários devido à densidade da ocupação humana do concelho e à existência de cerca de 5000 fogos desabitados
i.Não ao projecto imobiliário do Masterplan
ii.Não ao assalto imobiliário a Coina em nome de uma nova centralidade que mais não será que um novo dormitório de Lisboa
Questões polémicas
1.A Centralidade de Coina é uma potencial mais valia para o concelho? Ou é a criação de mais um dormitório? Não será também um atropelo ao sapal e à mata da Machada?
2.A urbanização do Rossio em continuidade com o masterplan é um dormitório de Lisboa? Estas edificações centradas em grandes áreas comerciais não descaracterizarão o centro da cidade?
3.O Mercado 1º de Maio deve ser transferido para o Rossio ou deve manter-se na actual localização? O mercado ainda funciona como ponto de encontro e de vitalização social? A sua mudança não alterará esta condição?
3.Melhor qualidade de vida urbana
1.Mais praças e mais Jardins, mais verde na cidade
i.Para maior convívio entre as pessoas
ii.Melhorar a saúde mental e física
2.Devolver as ruas às pessoas
i.Criar uma série de ruas pedonais no centro da cidade, incentivando a circulação a pé ou de bicicleta
ii.Eliminar o estacionamento nas ruas do centro da cidade através de estacionamento em altura ou profundidade.
iii.Obrigatoriedade de garagens subterrâneas em novas construções (três espaços por fogo)
3.Não permitir novas habitações para além do quarto piso
4.Não permitir a construção de novos locais de trabalho ou habitação sem luz natural suficiente para a sua utilização normal, sem recurso a luz artificial
5.Não permitir mais destruição do património arqueológico industrial. Em particular defender o património dos caminhos-de-ferro. Aproveitar as áreas devolutas para novas áreas de lazer e cultura.
Questões polémicas
1.Até que ponto se deve restringir a circulação automóvel? Deve deixar-se o Centro da cidade apenas para transportes colectivos, de serviço público e para deficientes?
2.Deve criar-se um serviço de transportes individuais, eléctricos, de aluguer, e activados com cartão para retirar os transportes pessoais do centro da cidade e reduzir a poluição?
3.Não permitir edifícios sem luz natural ou com habitação acima de 4 pisos é fundamentalismo, ou razões de saúde são razão suficiente?
4.Barreiro -- cidade marítima
1.Abrir a frente marinha ao usufruto dos cidadãos
i.Parques de lazer
ii.Marina para barcos de recreio
2.Reencontro com as raízes e a história
i.Marina para veleiros oceânicos no rio Coina – Daqui partiram as caravelas do Gama
ii.Parque temático sobre a viagem à Índia e as descobertas portuguesas
iii.Instituto Superior vocacionado para as ciências do Mar e/ou para as relações com os países tocados pelos descobrimentos portugueses
iv.Desenvolvimento da arqueologia marítima no Coina
3.Desenvolvimento económico
i.Turismo centrado nos descobrimentos portugueses com construção de infra-estruturas que suportem o seu desenvolvimento
ii.Revitalização e reabilitação do porto comercial
4.Apoio e desenvolvimento dos desportos aquáticos e criação das infra-estruturas respectivas
Questões polémicas
1.Será utópico tentar reformular os circuitos turísticos ? Não deveria ser articulado o turismo dos concelhos ligados aos descobrimentos de modo a oferecerem produtos de qualidade?
2. Um Parque temático não poderia ser um bom ponto de partida para o lançamento turístico? Não poderia ter associado um centro de recuperação da fauna marítima e um delfinário?
3.A marina de veleiros oceânicos não poderia desempenhar o papel que desempenha a Horta no meio do Atlântico? Um ponto de paragem que todos os velejadores querem inscrever nas suas rotas. Não poderia ter associada uma regata oceânica que lembrasse o caminho do Gama e o nosso Álvaro Velho?
4.O desenvolvimento do porto comercial não complica a circulação dentro da cidade? E não quebra a continuidade da cidade? Há soluções?
5.Barreiro -- Cidade desportiva? – Nova política
1.Política de incentivo do desporto
i.Criar condições para prática desportiva diversificada
ii.Acessibilidade aos equipamentos e a apoios qualificados de treino e exercício
iii.Fazer da prática desportiva e seu enquadramento um instrumento de desenvolvimento social, cultural e de saúde
iv.Apoiar as escolas para desenvolvimento do ecletismo desportivo
v.Apoiar as associações para desenvolver a especialização desportiva
2.Reforçar a cobertura de equipamentos básicos e criar condições para a sua gestão
i.Dar à natação o estatuto de desporto de base e iniciar uma política de construção de tanques de aprendizagem para cobrir o concelho
ii.Continuar a reabilitação dos polidesportivos e melhorar os apoios (armazéns, balneários)
iii.Definir a política de atribuição da gestão dos equipamentos desportivos de modo a evitar o seu subaproveitamento ou degradação.
Questões polémicas
1.Os apoios concedidos aos grupos profissionais são aceitáveis?
2.A gestão dos equipamentos desportivos municipais deve ser feita directamente pela Câmara ou pode ser da responsabilidade de associações? Em que condições?
3.È desejável construir equipamentos desportivos para alta competição e realização de eventos de nível internacional? Por exemplo: Pista de remo, Pista de atletismo, Complexo de Piscinas.
6.Nova política de habitação social
1.Diagnosticar as necessidades nesta área
2.Negociar com o poder central o financiamento da aquisição de casas devolutas para regime de habitação social, visto não fazer sentido construir mais fogos quando existem tantos desocupados.
i.Negociar com bancos as habitações em carteira
ii.Reabilitação de habitações no Barreiro velho tendo em vista casais jovens e famílias pequenas.
Questões polémicas
1.Esta orientação não poderá subir o preço das casas no Barreiro, visto diminuir as habitações disponíveis?
2.Será que esta opção não diminui a possibilidade de especulação? Os proprietários têm menos hipóteses de deixar degradar as casas para especular com os terrenos?
7.Nova política de acção social
1.Reforçar o apoio à rede social no sentido de uma carta de necessidades sociais que defina com exactidão possível os problemas concretos que necessitam de resolução nesta área.
2.Em função dos problemas definir políticas de apoio às instituições de solidariedade social.
Questões polémicas
1.O papel da Câmara não deverá ser apenas de apoio simbólico, visto ser da responsabilidade da Segurança Social a responsabilidade de financiamento do sector?
A iniciativa está agendada para o Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro, entre as 14h30m e as 18h 30m.
Nota - A localização ainda carece de confirmação.
Linhas de programa – Para Debate
1.Quebrar o ciclo de “os amigos são para as ocasiões” -- Nova política de gestão da Câmara
1.Confiança nos trabalhadores da autarquia
i.Acabar com os assessores e chefes “metidos a martelo” só para encaixar os amigos do partido, muitas vezes em detrimento de técnicos de qualidade existentes na autarquia.
ii.Desenvolver a participação dos trabalhadores da Câmara na gestão da autarquia
2.Confiança nos cidadãos
i.Aumentar a participação dos cidadãos e desenvolver formas de co-decisão nos processos com relevância política.
ii.Instalar a transparência de processos – Todos os processos que envolvam decisões camarárias devem estar sempre acessíveis aos cidadãos – Não existem segredos na Câmara.
3.Desenvolver o espírito de serviço público
i.Os Serviços da Câmara existem para os cidadãos, devendo a sua organização ser modificada no sentido de lhe facilitar a vida:
1.Personalização e gestor de processo em situações que exijam acompanhamento continuado.
2.Acesso “on line” para informações relevantes dos processos.
3.Informatização de contactos pontuais dos cidadãos com a Câmara
4.Lojas do cidadão, de proximidade, onde se resolvam ou encaminhem todos os problemas de contacto com a Câmara.
5.Encontrar formas de contacto facilitado para os cidadãos info-excluidos
6.Criar compromissos de tempo para a resolução dos problemas – critérios de qualidade na prestação de serviços e não burocracia
Questões polémicas
1.Até que ponto se aceitam assessores políticos? No Gabinete do Presidente? Com os vereadores? Os políticos são só os eleitos?
2.A participação dos trabalhadores da autarquia tem legitimidade política? Até que ponto podem co-decidir com os eleitos?
3.Não existem mesmo segredos ou há coisas que devem ser escondidas? Se sim, quais?
4.Devem ser definidos prazos para resolução dos problemas dos cidadãos?
2.Quebrar o ciclo do Betão
1.Dar prioridade à reabilitação urbana:
i.Reabilitação do Barreiro Velho -- habitação de jovens e famílias pequenas ou em início de vida
ii.Reabilitação de fogos devolutos em detrimento de novas construções
2.Vetar novos projectos imobiliários devido à densidade da ocupação humana do concelho e à existência de cerca de 5000 fogos desabitados
i.Não ao projecto imobiliário do Masterplan
ii.Não ao assalto imobiliário a Coina em nome de uma nova centralidade que mais não será que um novo dormitório de Lisboa
Questões polémicas
1.A Centralidade de Coina é uma potencial mais valia para o concelho? Ou é a criação de mais um dormitório? Não será também um atropelo ao sapal e à mata da Machada?
2.A urbanização do Rossio em continuidade com o masterplan é um dormitório de Lisboa? Estas edificações centradas em grandes áreas comerciais não descaracterizarão o centro da cidade?
3.O Mercado 1º de Maio deve ser transferido para o Rossio ou deve manter-se na actual localização? O mercado ainda funciona como ponto de encontro e de vitalização social? A sua mudança não alterará esta condição?
3.Melhor qualidade de vida urbana
1.Mais praças e mais Jardins, mais verde na cidade
i.Para maior convívio entre as pessoas
ii.Melhorar a saúde mental e física
2.Devolver as ruas às pessoas
i.Criar uma série de ruas pedonais no centro da cidade, incentivando a circulação a pé ou de bicicleta
ii.Eliminar o estacionamento nas ruas do centro da cidade através de estacionamento em altura ou profundidade.
iii.Obrigatoriedade de garagens subterrâneas em novas construções (três espaços por fogo)
3.Não permitir novas habitações para além do quarto piso
4.Não permitir a construção de novos locais de trabalho ou habitação sem luz natural suficiente para a sua utilização normal, sem recurso a luz artificial
5.Não permitir mais destruição do património arqueológico industrial. Em particular defender o património dos caminhos-de-ferro. Aproveitar as áreas devolutas para novas áreas de lazer e cultura.
Questões polémicas
1.Até que ponto se deve restringir a circulação automóvel? Deve deixar-se o Centro da cidade apenas para transportes colectivos, de serviço público e para deficientes?
2.Deve criar-se um serviço de transportes individuais, eléctricos, de aluguer, e activados com cartão para retirar os transportes pessoais do centro da cidade e reduzir a poluição?
3.Não permitir edifícios sem luz natural ou com habitação acima de 4 pisos é fundamentalismo, ou razões de saúde são razão suficiente?
4.Barreiro -- cidade marítima
1.Abrir a frente marinha ao usufruto dos cidadãos
i.Parques de lazer
ii.Marina para barcos de recreio
2.Reencontro com as raízes e a história
i.Marina para veleiros oceânicos no rio Coina – Daqui partiram as caravelas do Gama
ii.Parque temático sobre a viagem à Índia e as descobertas portuguesas
iii.Instituto Superior vocacionado para as ciências do Mar e/ou para as relações com os países tocados pelos descobrimentos portugueses
iv.Desenvolvimento da arqueologia marítima no Coina
3.Desenvolvimento económico
i.Turismo centrado nos descobrimentos portugueses com construção de infra-estruturas que suportem o seu desenvolvimento
ii.Revitalização e reabilitação do porto comercial
4.Apoio e desenvolvimento dos desportos aquáticos e criação das infra-estruturas respectivas
Questões polémicas
1.Será utópico tentar reformular os circuitos turísticos ? Não deveria ser articulado o turismo dos concelhos ligados aos descobrimentos de modo a oferecerem produtos de qualidade?
2. Um Parque temático não poderia ser um bom ponto de partida para o lançamento turístico? Não poderia ter associado um centro de recuperação da fauna marítima e um delfinário?
3.A marina de veleiros oceânicos não poderia desempenhar o papel que desempenha a Horta no meio do Atlântico? Um ponto de paragem que todos os velejadores querem inscrever nas suas rotas. Não poderia ter associada uma regata oceânica que lembrasse o caminho do Gama e o nosso Álvaro Velho?
4.O desenvolvimento do porto comercial não complica a circulação dentro da cidade? E não quebra a continuidade da cidade? Há soluções?
5.Barreiro -- Cidade desportiva? – Nova política
1.Política de incentivo do desporto
i.Criar condições para prática desportiva diversificada
ii.Acessibilidade aos equipamentos e a apoios qualificados de treino e exercício
iii.Fazer da prática desportiva e seu enquadramento um instrumento de desenvolvimento social, cultural e de saúde
iv.Apoiar as escolas para desenvolvimento do ecletismo desportivo
v.Apoiar as associações para desenvolver a especialização desportiva
2.Reforçar a cobertura de equipamentos básicos e criar condições para a sua gestão
i.Dar à natação o estatuto de desporto de base e iniciar uma política de construção de tanques de aprendizagem para cobrir o concelho
ii.Continuar a reabilitação dos polidesportivos e melhorar os apoios (armazéns, balneários)
iii.Definir a política de atribuição da gestão dos equipamentos desportivos de modo a evitar o seu subaproveitamento ou degradação.
Questões polémicas
1.Os apoios concedidos aos grupos profissionais são aceitáveis?
2.A gestão dos equipamentos desportivos municipais deve ser feita directamente pela Câmara ou pode ser da responsabilidade de associações? Em que condições?
3.È desejável construir equipamentos desportivos para alta competição e realização de eventos de nível internacional? Por exemplo: Pista de remo, Pista de atletismo, Complexo de Piscinas.
6.Nova política de habitação social
1.Diagnosticar as necessidades nesta área
2.Negociar com o poder central o financiamento da aquisição de casas devolutas para regime de habitação social, visto não fazer sentido construir mais fogos quando existem tantos desocupados.
i.Negociar com bancos as habitações em carteira
ii.Reabilitação de habitações no Barreiro velho tendo em vista casais jovens e famílias pequenas.
Questões polémicas
1.Esta orientação não poderá subir o preço das casas no Barreiro, visto diminuir as habitações disponíveis?
2.Será que esta opção não diminui a possibilidade de especulação? Os proprietários têm menos hipóteses de deixar degradar as casas para especular com os terrenos?
7.Nova política de acção social
1.Reforçar o apoio à rede social no sentido de uma carta de necessidades sociais que defina com exactidão possível os problemas concretos que necessitam de resolução nesta área.
2.Em função dos problemas definir políticas de apoio às instituições de solidariedade social.
Questões polémicas
1.O papel da Câmara não deverá ser apenas de apoio simbólico, visto ser da responsabilidade da Segurança Social a responsabilidade de financiamento do sector?















