Emídio Xavier – PS“Espero que Cavaco Silva se bata por uma estabilidade política”

Por Jornal Rostos
Emídio Xavier, Presidente da Comissão Política Concelhia do Barreiro do Partido Socialista, em declarações a “rostos on line” referiu : “Começo por saudar o Professor Cavaco Silva que venceu as eleições e que com o voto dos portugueses está legitimado para exercer o cargo de Presidente da República., existindo uma proximidade de valores eleitorais entre a votação de Cavaco Silva e a que foi obtida pelo Governo, por isso, sublinho que o Governo tem a mesma legitimidade.
Considero que o voto dos portugueses foi uma votação no sentido de viabilizar ambas as governações.
Espero que Cavaco Silva se bata por uma estabilidade política de forma a ir ao encontro da defesa dos interesses nacionais.”
Mário Soares resultado menos bom
O líder concelhio dos socialistas afirmou : “Reconheço que o candidato apoiado pelo Partido Socialista obteve um resultado menos bom, no entanto, esse resultado não desabona a figura de Mário Soares, que eu apoiei, e, saliento, que considero o pai da democracia e da liberdade em Portugal.”
PCP teve um resultado inferior à sua vontade
Emídio Xavier salientou que : “Ao nível local os resultados provam, claramente que a direita continua a ser a terceira área de influência no concelho do Barreiro, reflectem que o PCP teve um resultado inferior à sua vontade, ficando pelos 30%, ficando claro que 1/3 do eleitorado do Barreiro não se revê no PCP.
Saliento que Manuel Alegre é deputado e dirigente do PS, pelo que é evidente que a área ideológica e de influência socialista, se considerarmos as votações de Manuel Alegre e Mário Soares, no concelho do Barreiro, é a área que obtém maior votação no Barreiro.”
PS tem perspectivas para o futuro
A finalizar o líder concelhio do PS salientou que : “Estes resultados demonstram que a área de influência do PS, no Barreiro, tem perspectivas e que se abrem horizontes para o futuro, pois a sua base de apoio é a maior no concelho, por outro lado, demonstra que o resultado eleitoral nas últimas autárquicas, foi fruto da abstenção que se registou e eventual voto de protesto contra o governo.”














