Largo do Casal no BarreiroOs laços de familiaridade ao vivo
Mas, ali, no Largo do Casal, o Café também é um lugar de convívio, ponto de diversão, partilha de olhares e sorrisos.

Por Jornal Rostos
Os amigos do Bairro. As famílias. As gentes do Bairro – Barreiro Velho – que entre um copo e a troca de palavras, partilham os dias.
Na tarde de sábado, o Rostos passou por lá, e, aqui fica este breve registo, de uma animada sessão de Karaoke.
Alegres. Divertidos. Vivos, para além da crise, mas, solidários no estar e sentir a amizade e a partilha de emoções.
É assim, há mesmo quem diga que foi sempre assim, o pessoal que aprendeu a sentir o Largo do Casal como o «largo da terra», ali, onde conflui quem chega e parte rumo ao Parque Catarina Eufémia, onde se diz, está a nascer o «Barreiro Novo», ou, para quem pode optar por caminhar rumo ao Alto de São Francisco, onde, há quem diga, foi o “ponto de partida” que deu origem a esta comunidade que se escreve Barreiro.
Mas, também, para ali e dali, pode caminhar-se rumo à Avenida da Praia e sentir, o olhar «lavar-se» nas águas do Tejo, ou, então caminhar pela Rua Marquês Pombal, o lugar onde , um dia o António Caboz, sonhou, que era possível fazer nascer um Mercado que abrisse uma nova visão sobre esta zona do Barreiro, ali, onde a «cultura camarra» se sente, afinal, bem viva, numa tarde de sábado, num café, onde não há diferenças sociais, mas, existe apenas essa coisa que dá sentido aos dias a solidariedade que nos faz viver, sorrir e reinventar as canções, neste tempo, que sentimos, é, sempre outro, quando Março anuncia a Primavera e os cravos começam a florir anunciando Abril…
Afinal, ali, no Largo do Casal, a liberdade respira!
SP
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