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Barreiro - Manuel Manços edita «Do Fado ao Alentejo»Aposta continuar caminhada pelo mundo da escrita

Manuel Manços, lançou o seu primeiro livro de poesia: «Do Fado ao Alentejo», e está motivado para continuar a sua caminhada pelo mundo da escrita.

“Estou a escrever em prosa. É um romance, que terá por título «Fado Maior». Um romance onde vou recordar as minhas memórias no Alentejo, mas com ficção” – refere numa conversa com o jornal «Rostos».

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Barreiro - Manuel Manços edita «Do Fado ao Alentejo» Aposta continuar caminhada pelo mundo da escrita

Por Jornal Rostos

Manuel Manços Assunção Pedro, nasceu em 1950, em Falcoeiras, concelho do Redondo, distrito de Évora. Reside no Barreiro desde 1968, terra que abraçou como sua desde o dia que saiu de sua aldeia na procura de uma nova vida.
Em conversa com o jornal «Rostos» recorda – “desde muito novo tive gosto pela poesia”.
Manuel Manços, é conhecido na vida cultural local barreirense, como interveniente em diversos eventos, quer como participante em Grupo Polifónicos, quer em actividade teatral, quer como membro do «Animae Vox».
“Gosto de fado, acho que isso faz parte de todos os alentejanos, gostar do cante e gostar do fado” – sublinha.
De referir que a sua voz é conhecida nas tertúlias culturais e poéticas, sendo reconhecido o seu gosto pela interpretação do fado.

Estou a escrever um romance

No passado dia 22 de Março, na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, lançou o seu primeiro livro de poesia: «Do Fado ao Alentejo», um evento que o motivou para continuar a sua caminhada pelo mundo da escrita: “Estou a escrever em prosa. É um romance, que terá por título «Fado Maior». Um romance onde vou recordar as minhas memórias no Alentejo, mas tem muita ficção”.
Manuel Manços fala-nos com entusiasmo dos seus projectos: “Tenho esse e tenho mais livros que quero publicar, outro é sobre a Guerra Colonial”.
De referir que Manuel Manços esteve vinte meses em Moçambique, cumprindo o Serviço Militar.

Sou um autodidacta

No ano 2011, aposentou-se da sua actividade profissional - «Observador Meteorológico» - no Instituto de Meteorologia, onde ingressou com 18 anos, desempenhando as mais diversas funções técnicas e administrativas.
Recorda as dificuldades que tinha de conjugar as suas idas para Lisboa e a frequência de aulas no Externato Fráguas, no Barreiro, procurando valorizar-se – “Sou um autodidacta” – refere.

Cultiva o seu amor à escrita

Manuel Manços, cultiva o seu amor à escrita, ao fado, às actividades culturais, tem participado em diversos Jogos Florais, com poesia e conto, onde tem conquistado diveros prémios e com os seus trabalhos integrou a colectânea “Poetizar Monsaraz 1”, de 2013.

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