Márcia actuou pela primeira vez no Barreiro«O Barreiro tem um público fofinho»
“A verdade. A verdade que cada um tem a sua. Essa verdade que acaba por ter pontos em comum entre todos, porque todos somos humanos, todos sofremos, todos amamos”, com estas palavras, Márcia sublinhou o que procura transmitir com as suas canções, que nascem dentro do seu coração.

Por Jornal Rostos
No Auditório Municipal Augusto Cabrita, ontem à noite, a cantora Márcia marcou presença num espectáculo que ficará na sua memória como a primeira vez que actuou no Barreiro.
“Já vim muitas vezes ao Barreiro. Conheço o Barreiro. Mas é a primeira vez que venho ao Barreiro tocar”, referiu no final do espectáculo a cantora, numa breve conversa com o jornal «Rostos».
O que conta é as pessoas gostarem
Como foi esta primeira presença aqui no Barreiro? – perguntámos.
“Foi simpática, efusiva. Tinha um público fofinho e isso é que conta as pessoas aderirem e gostarem do que estão a ouvir”.
Trabalhar num novo disco
Na nossa breve conversa Márcia sublinhou que está a trabalhar num novo disco – “está praticamente feito.”
Sublinhou que o novo disco ainda não tem nome – “ainda não tenho nome do disco, tenho só as canções, o nome do disco vem depois, do produtor”.
Na sua actuação no Auditório Municipal Augusto Cabrita, revelou que apresentou duas canções que vão integrar o seu novo disco – “foi uma estreia absoluta de duas canções”.
Foi uma necessidade interna de fazer canções
Há quantos anos anda neste mundo da canção, parece ter 18 anos?
“De espirito tenho 18 anos, de idade tenho 32. A viver profissionalmente da música desde 2009. Antes disso fazia canções, desde sempre que me lembre.”
Márcia nasceu em Lisboa, Alvalade, sublinha que a sua descoberta da música – “foi uma chamada interna, foi uma necessidade interna de fazer canções e depois, quando tive oportunidade mostrei-as ao mundo. Quando vi que o mundo gostava, pensei: vou já aproveitar e lancei discos”.
Todos sofremos, todos amamos
Que procura transmitir com o seu trabalho musical?
“A verdade. A verdade que cada um tem a sua. Essa verdade que acaba por ter pontos em comum entre todos, porque todos somos humanos, todos sofremos, todos amamos”.
A sua verdade está no seu coração, é aí que nasce a sua música?
“Sim, claro que sim. A resposta é sim.” – comentou com um sorriso.
Conheci estas pessoas fantásticas
Que leva do Barreiro?
“A simpatia das pessoas. Gostei muito, gostei mesmo de estar aqui”.
Márcia, está rodeada de um grupo de fãs da Fonte da Prata, no concelho da Moita, que desenvolvem um projecto solidário e cultural, que conta com o seu apoio.
“Um dia convidaram-me para participar num concerto de recolha de fundos, realizado no Porto. Analisei o projecto. Gostei e envolvi-me. Quando aceito um projecto vou pesquisar para ver que fazem e acho que ganhei imenso porque conheci estas pessoas fantásticas, entre as quais distingo a Irmã Irene que, apercebi-me era muito amiga de muitos amigos meus, pessoas especiais que fazem coisas pelos outros sem pedir nada em troca.”
Procurem fazer o que conseguem fazer
Quer deixar uma nota final?
“Talvez, dizer a todos que procurem fazer o que conseguem fazer com os meios próprios que têm”.
Deixa-me ir e ser mais o que eu sinto!
Márcia começou a sua vida por licenciar-se em Belas Artes, depois descobriu por força interior o mundo da música, que sente com o coração.
Para já está em estúdio a preparar um novo disco.
Ficou em aberto o convite para assistirmos ao lançamento do seu novo trabalho.
Quero referir que não conhecia o trabalho de Márcia. Foi escutá-lo e delicie-me com a doçura da sua voz, a delicadeza das palavras cantadas, que tocam os nervos e fazem-nos mergulhar em sonhos…assim como quem nos diz: Deixa-me ir e ser mais o que eu sinto!
Foi uma conversa agradável com uma jovem simpática, divertida, comunicativa, que sentimos tem um sorriso que nasce no coração.
Obrigado, pela sua simplicidade e alegria!
S.P.
VER FOTOS
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10152415369777681.1073742110.374205877680&type=3














