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Barreiro - Regina Janeiro, «Rosto do Ano 2015 – Autarca»«Autarquias estão abertas e recetivas à experiência, à novidade, à inovação, aos novos projetos, à imaginação»

Regina Janeiro, em declarações ao jornal «Rostos» sublinha que – “nenhum prémio, nenhum percurso, nenhuma história tem só um rosto. Felizmente, digo eu. A nossa equipa é imensa e continua a crescer todos os dias”.

“Há entre nós uma grande confiança nas possibilidades que se estão a abrir, e que se têm aberto, para o Barreiro e para a nossa comunidade. Fruto, no essencial, desta ideia e desta prática de trabalho conjunto, de grande equipa, de articulação de esforços”, afirma Regina Janeiro.

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Barreiro - Regina Janeiro, «Rosto do Ano 2015 – Autarca» «Autarquias estão abertas e recetivas à experiência, à novidade, à inovação, aos novos projetos, à imaginação»

Por Jornal Rostos

Regina Janeiro, a propósito da distinção que lhe foi atribuida refere que : “há sempre alguma reflexão associada aos prémios e distinções que, por uma ou outra razão, se vão recebendo.
Uma mais imediata liga-se, naturalmente, à circunstância de sabermos reconhecido, pelo menos por uma parte da comunidade, o nosso trabalho.
Ou, talvez com maior rigor, de sabermos reconhecidas linhas específicas de trabalho que se foram desenvolvendo. Linhas que, neste caso, apoiam-se nos passos que fomos dando num conjunto de áreas relacionadas com o património, a memória, a história local, a cultura e, de certa forma, uma imagem mais abrangente e integradora sobre o concelho e o seu percurso. Sempre, claro, sem esquecer origens, raízes, caminhos e um desejo constante e efetivo de desocultar um discurso sobre o nosso trajeto comum onde todos os barreirenses possam, de uma forma ou de outra, rever-se.”

Alimentamos diariamente a ideia de que é possível ir sempre mais longe

“Outra, intimamente associada a esta, recoloca-nos perante a equipa na qual nos integramos. Nenhum prémio, nenhum percurso, nenhuma história tem só um rosto. Felizmente, digo eu. A nossa equipa é imensa e continua a crescer todos os dias. Nos trabalhadores da autarquia, no movimento associativo, na comunidade educativa, nas empresas do concelho, nas instituições públicas, nos meios universitários há uma disponibilidade cada vez maior para pensar, idealizar e construir soluções em conjunto connosco e uns com os outros.
Há, diria eu, uma vontade real de fazer mais. Há muito entusiasmo. E depois, claro, há o restante executivo da autarquia e, particularmente, os meus camaradas e a forma como alimentamos diariamente a ideia de que é possível ir sempre mais longe. É isto que faz a diferença”, acrescenta Regina Janeiro."

Nunca parámos de preparar e de desenvolver trabalho

Como analisa a vida autárquica nos dias de hoje? - perguntámos
“Atravessámos anos extremamente difíceis. Muito duros. Um período que deixou marcas na comunidade e, naturalmente, nas autarquias.
Mas nunca parámos de pensar estrategicamente. Nunca parámos de construir novas parcerias. Nunca parámos de preparar e de desenvolver trabalho.
Os dias que vivemos acabam já por mostrar um pouco dos resultados desse esforço permanente. Creio que conseguimos rasgar horizontes e perspetivas que antes não existiam: pela abrangência, pela interligação de temas e áreas, pelo envolvimento de parceiros. O trabalho na memória, o património moageiro, a quinta do Braamcamp, a rota do trabalho e da indústria refletem isso mesmo.
E isto acontece na grande maioria das áreas da autarquia, o que faz muita diferença no suporte e nas condições que encontramos para a realização do nosso trabalho.
Globalmente, parece-me também que pessoas e instituições estão com vontade de participar e de intervir de forma cada vez mais ativa na vida do concelho e nas suas dinâmicas. Há projetos muito interessantes a aparecer e a afirmarem-se, outros que ganham forma, muitos já com vastas experiências, muita gente com opiniões e com vontade de fazer.”

Autarquias estão abertas e recetivas à experiência à novidade

“Neste quadro tudo é mais fácil. Não é que o trabalho seja menor ou, de alguma forma, se alivie – bem pelo contrário. Mas ganha-se outra perspetiva e outro fôlego. Começa a ganhar corpo a ideia de que as autarquias estão abertas e recetivas à experiência, à novidade, à inovação, aos novos projetos, à imaginação. Que são espaços a que, independentemente da idade, da formação, das preferências culturais, artísticas ou políticas, nos podemos dirigir com propostas, ideias, projetos, e que seremos bem recebidos. Isto é central. É uma aquisição extremamente valiosa.”, refere Regina Janeiro.

Nenhum de nós está sozinho no concelho

A finalizar Refina Janeiro, autarca «Rosto do Ano 2015», sublinha – “É maior e mais largo o caminho que temos pela frente, que aquele que vamos deixando para trás.
A curto prazo surgirão novos projetos e novas propostas, consolidando as linhas de trabalho iniciadas e abrindo outras.
Há entre nós uma grande confiança nas possibilidades que se estão a abrir, e que se têm aberto, para o Barreiro e para a nossa comunidade. Fruto, no essencial, desta ideia e desta prática de trabalho conjunto, de grande equipa, de articulação de esforços.
Temo-lo dito em muitas ocasiões, mas vale sempre a pena repeti-lo: nenhum de nós está sozinho no concelho. Participamos do seu crescimento como outros e com outros. É por aqui que lá vamos.”

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