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Fernando Capelo, afirma-se legitimo proprietário das benfeitorias do Edifício FénixConsidera ilegais licenças para avançar com obras

. Vai avançar processos no plano criminal e cível contra a CDU e os partidos que a compõem e ao PS

Fernando Capelo, contesta e considera ilegal que sejam realizadas obras no edifício Fénix, porque afirma-se ser legitimo proprietário das benfeitorias e, como tal, ter direitos sob autorias de licenciamento.

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Fernando Capelo, afirma-se legitimo proprietário das benfeitorias do Edifício Fénix Considera ilegais licenças para avançar com obras

Por Jornal Rostos

Fernando Capelo, em conversa com o jornal «Rostos», salientou que tem direitos sob a área construída neste prédio.
Refere que este é um processo longo que remonta ao ano de 1995 quando Templa - Comércio e Serviços, Limitada, comprou o terreno, as benfeitorias e os direitos autorais à Cnufa / BNU.
Sublinha que as Finanças penhoraram uma parcela de terreno para construção urbana - tendo-lhe enviado uma certidão e que, em Hasta Pública realizada a 27 de Abril de 1999, somente foi vendido a citada parcela de terreno.

Defende Fernando Capelo que – “a posse das Benfeitorias e dos Direitos Autorais não foram Vendidos”.
A compra do terreno não retirou o seu direito sob as benfeitorias do prédio, razão que gerou um litigio judicial que se arrasta, desde 1999.

“Tentei ao longo dos anos encontrar boas vontades, para que todos ficassem satisfeitos”, disse-nos.

Como até ao momento não conseguiu que a situação encontre uma solução, sublinha que vai avançar com processos no plano criminal e cível contra a CDU e os partidos que a compõem e ao PS, que foram os partidos que geriram a Câmara Municipal do Barreiro, nos anos que decorreu este processo.

Este breve conversa surgiu a propósito de uma notícia divulgada pelo jornal «Rostos», na qual Frederico Rosa, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, divulgou que a empresa proprietária do imóvel conhecido por «Edificio Fénix», no centro da cidade, solicitou licenças para avançar com obras inacabadas naquele imóvel icónico no centro da cidade.

Fernando Capelo considera que as obras não podem avançar e nesse sentido, disse-nos, que solicitou às forças policiais que identificassem as pessoas que já iniciaram trabalhos no Edificio Fénix.

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