Sara Correia da LuzA paixão pela arte ou a arte por paixão
Com apenas 19 anos, Sara Correia da Luz foi a vencedora do Concurso de Fotografia Augusto Cabrita, da Semana da Juventude 2004, do Barreiro. A arte, nas suas múltiplas acessões, é a sua grande paixão, e através dela, Sara pretende deixar o seu contributo.

Por Catarina Simão
Nascida em Lisboa, Sara Correia da Luz vive desde sempre no Barreiro, onde frequenta o 12º ano na Escola Secundária dos Casquilhos. Fez uma breve incursão de um ano pela Escola António Arroio, em Lisboa, mas voltou, pois “ainda não me sentia preparada”. No próximo ano espera ingressar na Faculdade de Belas Artes, seguindo novamente uma grande paixão: a pintura.
O gosto pela arte “vem desde pequenina”, e Sara Correia da Luz tem a certeza que o seu futuro passará ela. “Sempre estive ligada à arte”, até por herança familiar. Mas é também um gosto muito próprio, já que esta sempre a atraiu.
A fotografia surgiu quase como um acaso. Iniciou-se neste mundo há cerca de dois anos, e desde aí tem participado em algumas iniciativas. Este ano, foi a vencedora do Concurso de Fotografia Augusto Cabrita, o que foi “uma grande surpresa, já que concorri sem grandes expectativas e não estava à espera de ganhar”. Acima de tudo, “fiquei contente por ter conseguido captar qualquer coisa, e ter suscitado algo nas pessoas que viram o meu trabalho”.
Para o futuro, Sara, com o seu inerente espirito de artista, espera “aprender e conhecer mais coisas”. Para esta jovem artista, o nosso país está ainda muito fechado para a arte, pelo que, pondera a hipótese de “sair para o estrangeiro para aprender mais, e depois talvez voltar”.
O gosto pela arte “vem desde pequenina”, e Sara Correia da Luz tem a certeza que o seu futuro passará ela. “Sempre estive ligada à arte”, até por herança familiar. Mas é também um gosto muito próprio, já que esta sempre a atraiu.
A fotografia surgiu quase como um acaso. Iniciou-se neste mundo há cerca de dois anos, e desde aí tem participado em algumas iniciativas. Este ano, foi a vencedora do Concurso de Fotografia Augusto Cabrita, o que foi “uma grande surpresa, já que concorri sem grandes expectativas e não estava à espera de ganhar”. Acima de tudo, “fiquei contente por ter conseguido captar qualquer coisa, e ter suscitado algo nas pessoas que viram o meu trabalho”.
Para o futuro, Sara, com o seu inerente espirito de artista, espera “aprender e conhecer mais coisas”. Para esta jovem artista, o nosso país está ainda muito fechado para a arte, pelo que, pondera a hipótese de “sair para o estrangeiro para aprender mais, e depois talvez voltar”.














