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Presidente da Câmara Municipal do BarreiroProjecto “Cidade do Cinema” pode ser uma mais valia para o concelho

A Câmara Municipal do Barreiro e a Quimiparque vão assinar um “Protocolo de Concertação”, por um período de dois anos

. Criada Comissão de Acompanhamento Multidisciplinar para encontrar soluções para a Quimiparque

. “Cidade do Cinema” pode gerar 5000 postos de trabalho e dá visibilidade ao concelho

“Na nossa concepção politica, tínhamos que aproveitar a Quimiparque, que para nós, deveria ser um território principalmente para criar emprego, para além de se criarem bolsas de habitação, naquilo que chamamos o fecho da malha urbana” – referiu ao “rostos” o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro.

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Presidente da Câmara Municipal do Barreiro Projecto “Cidade do Cinema” pode ser uma mais valia para o concelho

Por Jornal Rostos

A Câmara Municipal do Barreiro e a Quimiparque vão assinar um “Protocolo de Concertação”, por um período de dois anos, tendo em vista gerar dinâmicas que permitam encontrar soluções para aquele território.
Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, referiu ao “Rostos”
que espera “nos mais breve prazo possível se encontre uma solução para aquele território”.

Principalmente para criar emprego

De acordo com o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro – “aquele território tem merecido uma atenção especial” quer “tendo em conta, tudo aquilo que fomos afirmando na campanha eleitoral, quer posteriormente”.
“Na nossa concepção politica, tínhamos que aproveitar a Quimiparque, que para nós, deveria ser um território principalmente para criar emprego, para além de se criarem bolsas de habitação, naquilo que chamamos o fecho da malha urbana” – referiu o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro.
O autarca sublinha que naquele território serão criadas zonas de lazer e equipamentos, para além de existir, a vontade de preservar o património industrial.

Construirmos as soluções para aquele território

“Tendo em conta estas ideias que também estão aceites pelo Conselho de Administração da Quimiparque, a nossa intenção é, conjuntamente, construirmos as soluções para aquele território e avançar com o projecto” – salientou Carlos Humberto.
Neste contexto, referiu que será criada uma Equipa técnica, multidisciplinar “que a par e passo, vai desenvolver estudos e vai acompanhando a evolução deste projecto, de forma a que, no mais breve prazo possível, se encontre uma solução para aquele território” – referiu o Presidente da CMB.

Protocolo prazo de duração de dois anos

O “Protocolo de Concertação” salientou Carlos Humberto terá “um prazo de duração de dois anos, que poderá ser renovado automaticamente, por períodos iguais.”
Na sua opinião este prazo de dois anos “não deixa de ser um indicador”.
“Não quer dizer que, pela fase em que estamos, que estamos a afirmar que daqui a dois anos estamos no terreno” –sublinhou o Presidente da Câmara acrescentando que “o território da Quimiparque é uma coisa que se vai construindo, onde, portanto, todos os projectos terão que ser reajustados permanentemente”.

Um conjunto de medidas de curto prazo

No entanto, o edil sublinhou que a Quimiparque “tem que ter uma dinâmica própria”, de forma a que, paralelamente, aos estudos sejam dinamizadas “um conjunto de medidas de curto prazo, que são complementos ao Protocolo, já algumas previstas, que apontamos como soluções de curto prazo, e que, naturalmente, avançarão para o território, conforme as possibilidades, paralelamente aos estudos que são necessários concretizar”.

Projecto do Cinema cabe na concepção para a Quimiparque

Interrogámos se o “Projecto Cidade do Cinema” será equacionado nas perspectivas de desenvolvimento da Quimiparque.
“O Projecto do Cinema, do ponto de vista da nossa concepção, cabe na perspectiva que temos para a Quimiparque” – sublinhou Carlos Humberto.
“É preciso é que, de facto, quem tem neste caso competência, poderes para desbloquear, dar os passos necessários, em relação a esse projecto, tal como nós estamos, também, a dar os primeiros passos.
Nós, sem falar muito, sem nos pormos em bicos de pés, e, diga-se, falando menos, mas fazendo, concretizando mais, estamos a dar passos sustentados no desenvolvimento da Quimiparque” – referiu o autarca.
“Penso que em relação à Cidade do Cinema quem tem competência para decidir, para dar os primeiros passos que o faça, porque, só subsequentemente a estas decisões é que podem ser tomadas decisões ao nível da instalação desse projecto ao nível do território” – salientou o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro.

É preciso que cheguem a um entendimento

“É preciso que entre o investidor ( o empresário) e o Estado (a Administração Central) é preciso que cheguem a um entendimento.
Em consequência desse entendimento é que se poderão dar os passos que são necessários.
Da nossa parte, temos inteira disponibilidade para considerar o projecto, porque consideramos que pode ser uma mais valia, pelos postos de trabalho que trás e, até, pela visibilidade que dá ao concelho e àquele território. Este pode ser um bom investimento.” – referiu ao “rostos” o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro.

Algumas medidas apontadas no PROTOCOLO

Entre outras medidas preconizadas no PROTOCOLO, entre outras sabemos que perspectivar a concepção e construção da ligação rodoviária Barreiro-Lavradio, através do território do Quimiparque.
Aponta-se para a cedência de terreno para as instalações oficinais da Câmara Municipal do Barreiro, no parque empresarial do Quimiparque.
Irá ser dada uma tenção especial à celebração das comemorações do centenário da CUF a realizar em 2007/2008.
Aponta-se, igualmente, a necessidade de desenvolver acções de requalificação do Bairro das Palmeiras, assim como, promover acessibilidades Rodoviária e do Metro Sul do Tejo.
A reinstalação do Quartel dos Bombeiros Voluntários do Sul e Sueste é outra medida referida no PROTOCOLO.

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