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Carlos Dantas, Presidente CDS/PP Setúbal.Direita democrática opõe-se às esquerdas mais radicais PCP e BE

“Temos uma visão que é uma visão de modernidade, de direita democrática, uma visão muito avançada que pode servir os interesses das populações do distrito de Setúbal e, sobretudo, não estamos comprometidos com trinta anos de desgoverno na península de Setúbal” – salientou ao “Rostos”, Carlos Dantas, Presidente da Comissão Politica Distrital de Setúbal do CDS/PP.

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Carlos Dantas, Presidente CDS/PP Setúbal. Direita democrática opõe-se às esquerdas mais radicais PCP e BE

Por Jornal Rostos

Num breve diálogo com “rostos” Carlos Dantas falou do significado da sua eleição para a liderança distrital, das propostas do CDS/PP e o seu papel no Distrito de Setúbal.

Criar condições na sociedade civil de Setúbal para que o CDS cresça

O que significou para si a eleição como presidente da distrital do CDS?
“Foi uma eleição disputada entre duas listas, penso que apresentámos as melhores soluções para os eleitores do distrito, que votaram livremente e a lista que eu liderei ganhou os três órgãos em disputa, com 65% dos votos expressos.
Temos agora condições durante dois anos de reestruturar o partido e de criar condições na sociedade civil de Setúbal para que o CDS cresça”.

CDS é um partido com propostas, com organização

Quais são os principais objectivos da sua lista para os próximos dois anos?
“Elegemos como grande objectivo a apresentação de listas próprias autárquicas em 2009. Queremos concorrer de Almada a Sines com candidatos do CDS a todas as juntas de freguesia e assembleias municipais e em todos os concelhos.
Por isso queremos muito a participação dos militantes ao longo dos próximos anos e a iniciativa que desenvolvemos no Convento da Verderena, tendo como convidado o engenheiro Anacoreta Ferreira, é o prenúncio do tipo de actividades que queremos desenvolver em todo o distrito, para mostrar que o CDS é um partido com propostas, com organização, com quadros e que está presente em todos os concelhos do distrito.”

Há uma alternativa de direita democrática

De que forma é que o CDS pode vir a ajudar o distrito de Setúbal que neste momento enfrenta uma grave crise económica?
“Penso que o CDS pode ser vital para essa ajuda da transformação porque nós fomos o único partido que não tem responsabilidades do que de mau foi feito neste distrito ao longo destes últimos trinta anos.
Lembro que não tivemos autarcas no Barreiro, na Moita, e em muitos dos concelhos deste distrito e temos uma visão que é uma visão de modernidade, de direita democrática, uma visão muito avançada que pode servir os interesses das populações do distrito de Setúbal e, sobretudo, não estamos comprometidos com trinta anos de desgoverno na península de Setúbal e é bom que as pessoas saibam que há uma alternativa de direita democrática que se o opõe profundamente às esquerdas mais radicais como o Partido Comunista ou ao Bloco de Esquerda.”

Maria do Carmo Torres

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