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Bruno Vitorino – Vereador do AmbientePotenciar a mais valia da Mata da Machada e do Sapal de Coina para o concelho do Barreiro

. No Dia da Árvore será apresentado Plano Estratégico da Mata da Machada

O slogan lançado entre os anos 60 e 70: “Pensar globalmente, Agir localmente”, na opinião do Vereador Bruno Vitorino integra-se perfeitamente na lógica em que a Divisão de Sustentabilidade está a trabalhar no Barreiro, através de um “conjunto de acções diversificadas, nas mais diversas áreas ambientais, mas trabalhando especificamente na sensibilização e na educação ambiental”.

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Bruno Vitorino – Vereador do Ambiente Potenciar a mais valia da Mata da Machada e do Sapal de Coina para o concelho do Barreiro

Por Jornal Rostos

Bruno Vitorino, vereador do Ambiente, falou no programa preparado pela Divisão de Sustentabilidade Ambiental para o Dia da Árvore, onde está agendado o lançamento do Plano Estratégico da Mata da Machada. A respeito disso, ainda sem poder adiantar muito, disse: “no dia 21 vamos lançar as ideias-chave para a elaboração do Plano Estratégico para a Mata da Machada, cujo objectivo será compatibilizar a preservação da natureza, que é o nosso património ambiental, com o seu uso”, acrescentando: “A natureza não pode estar de costas voltadas para o Homem. O Homem para sentir que o espaço é seu tem de usufruir dele.” Salientando que esse usufruir tem de ser conjugado com a preservação do espaço, tirando o máximo de rentabilidade “precisamente para a transversalidade de áreas: como o convívio com a natureza, a realização de actividades desportivas, de actividades lúdicas”.

Pensar globalmente, agir localmente

O slogan lançado entre os anos 60 e 70: “Pensar globalmente, Agir localmente”, na opinião do Vereador Bruno Vitorino integra-se perfeitamente na lógica em que a Divisão de Sustentabilidade está a trabalhar no Barreiro, através de um “conjunto de acções diversificadas, nas mais diversas áreas ambientais, mas trabalhando especificamente na sensibilização e na educação ambiental”, adiantando: “Porque a mudança de comportamentos é a pedra-chave para que as nossas crianças, os adultos de amanhã, possam fazer mais e melhor pela componente ambiental do que aquilo que outras gerações fizeram até hoje”.

Centro de Educação Ambiental aposta na sensibilização ambiental

O Centro de Educação Ambiental inaugurado no dia 5 de Junho de 2005 na Mata da Machada é, como nos explica o vereador, o exemplo “desta aposta na educação, na sensibilização ambiental, principalmente, mas não só, vocacionada para os mais pequenos”. E o facto de o Centro estar “inserido numa mata tradicional, que é a Mata da Machada e o Sapal de Coina, tem a particularidade de chamar a atenção do Barreiro para a necessidade de preservar um espaço com aquela importância e também alertar para o seu potencial que é perfeitamente compatível com a conservação dos seus espaços verdes”.

21 de Março – Dia da Árvore

A respeito do Dia da Árvore, o vereador Bruno Vitorino não quis deixar de falar no propósito das actividades organizadas: “O objectivo é o envolvimento das crianças naquilo que é a celebração de um dia que é a Festa da Árvore, da Floresta” E para isso vão ser desenvolvidas: “um conjunto de iniciativas que visem proporcionar um dia diferente àquelas crianças, ao mesmo tempo que se celebra e que se cultiva, do ponto de vista da sensibilização e da pedagogia associada, a importância da preservação daqueles espaços, que no fundo são deles”, e para além disso: “alertando a todas as entidades, e à população em geral, para a necessidade de preservação”, acrescentando: “Simbolicamente vamos plantar árvores”.

Crescente preocupação com o Ambiente

Na opinião do vereador Bruno Vitorino a problemática do ambiente: “tem tido de toda a população, nomeadamente da portuguesa, ao longo da última década uma atenção especial que não existia muito antes disso”. Considera que a consciência social tem vindo a mostrar uma maior preocupação com as questões do ambiente, nomeadamente no que diz respeito: “às alterações climáticas, à preservação e conservação da natureza e à necessidade do uso das energias alternativas e renováveis” e isto também, adianta-nos, porque: “as consequências económicas de todas estas questões levam a que a consciência de toda a sociedade venha a mudar”.

Andreia Lopes Gonçalves

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