Centro do Barreiro em Debate“As lojas que se mantêm são mesmo as dos donos, porque se tiverem de pagar rendas e com a falta de vendas, não conseguem sustentar o negócio”
Maria Conceição Bastos tem 49 anos e trabalha na loja Guinot há 33 anos, um estabelecimento que está no Barreiro desde 1906. Na sua opinião, o centro da cidade está parado, o que piorou nos últimos três anos. A construção do túnel na entrada da Avenida Miguel Bombarda é, no seu entender, uma razão para que as pessoas tenham começado a ter receio de se deslocarem a pé até ao centro do Barreiro, comentando: “têm medo de ser assaltadas e aquilo não tem higiene nenhuma”.

Por Jornal Rostos
Mais animação é o que também diz faltar ao centro, por isso defende a realização de iniciativas que possam funcionar como “chamariz para as pessoas”. Nesse sentido considera ser positivo o facto de o novo Forum Barreiro se localizar no centro da cidade: “Está dentro da cidade e as pessoas podem dar um salto às lojas cá fora”. Outro factor importante na vinda dessa superfície comercial constitui, na sua opinião, na possibilidade de emprego que pode vir a trazer. Apesar de ainda não estar definido, refere que eventualmente a Guinot irá abrir uma loja de material desportivo no Forum.
Das dificuldades com que se depara o comércio tradicional, destaca o facto de haver mais lojas para aluguer do que para venda e que essas lojas têm rendas muito elevadas: “As lojas que se mantêm são mesmo as dos donos, porque se tiverem de pagar rendas e com a falta de vendas, não conseguem sustentar o negócio.”
Em relação aos projectos para o centro, queixa-se da sua morosidade: “As coisas são faladas mas faz-se tudo devagar, devagarinho”.
Das dificuldades com que se depara o comércio tradicional, destaca o facto de haver mais lojas para aluguer do que para venda e que essas lojas têm rendas muito elevadas: “As lojas que se mantêm são mesmo as dos donos, porque se tiverem de pagar rendas e com a falta de vendas, não conseguem sustentar o negócio.”
Em relação aos projectos para o centro, queixa-se da sua morosidade: “As coisas são faladas mas faz-se tudo devagar, devagarinho”.














