NO BARREIROPadre Azevedo – Igreja de Santo André
“Nunca vamos baixar os braços. Não sei quando iremos lançar a primeira pedra”
A esperança reside na venda de um terreno, onde está prevista a construção, situado junto ao Parque da Cidade, perto da Casa dos Rapazes, numa zona nobre do concelho do Barreiro - “Temos a esperança de vender o terreno, mas, neste momento, não há compradores. É isto que nos tem feito parar” – sublinha o Padre Azevedo.

Por Jornal Rostos
O arranque da construção da nova Igreja de Santo André, segundo o Padre Azevedo – “está à espera de uma condição oportuna, e, este momento de crise não é muito fácil adquirirmos os meios necessários para começarmos a construir”.
Sublinha o Padre Azevedo que – “o projecto está feito, estávamos com esperança que o terreno, que estava dentro da Rede Ecológica Nacional, deixasse de o ser, mas, de facto, não vejo muitas perspectivas, e, realmente, nós vamos avançar para uma solução de construir a Igreja num dos extremos do terreno que, não sendo o ideal é o suficiente”.
Projecto está feito agora faltam os meios económicos
“O projecto está feito, agora faltam os meios económicos, para construir” – sublinha o Padre Azevedo.
Refere que ainda não apresentaram uma candidatura a solicitar apoios.
“Agora é que poderíamos pensar, mas, pelo que vejo noutros casos, as esperanças não são muitas. Mesmo que nos seja atribuído algum apoio é sempre muito pouco” – refere o Padre Azevedo, recordando que, por exemplo, na construção recente da Igreja da Amora, numa obra de 2 milhões de euros, o apoio do Estado foi 60 mil euros.
Obra orçada em 2 milhões de euros
A obra de construção da nova Igreja de Santo André está orçada em 2 milhões de euros.
“Nós, ainda não sabemos bem como vamos resolver. Temos a esperança de vender um terreno, mas, neste momento, não há compradores. É isto que nos tem feito parar” – sublinha o Padre Azevedo.
O terreno que está para venda, situa-se junto ao Parque da Cidade, perto da Casa dos Rapazes, está localizado numa zona nobre do concelho do Barreiro, estando prevista e autorizada construção.
Nunca vamos baixar os braços
“Nunca vamos baixar os braços. Não sei quando iremos lançar a primeira pedra. Não faço previsões. Vamos ver.” – salienta o Padre Azevedo, num breve diálogo com o jornal “Rostos”.














