Rui Ramos no Barreiro«Caldo Verde» pelo ARTE VIVA a confirmação que vale a pena fazer teatro
“A partir de hoje, depois de ver aquelas duas actrizes a trabalhar, penso que a peça poderá ganhar a força daquelas três personagens” - sublinhou Rui Ramos.

Por Jornal Rostos
Rui Ramos, actor, 29 anos, natural do concelho de Beja – “um alentejano de gema”, é o autor da peça «Caldo Verde», o último espectáculo do Arte Viva -a Companhia de Teatro do Barreiro.
Foi com emoção que assistiu à estreia e viveu intensamente o espectáculo.
A confirmação que vale a pena fazer teatro
“Foi a primeira vez que seu escrevi um texto de teatro. É um texto que me diz muito a mim. Tem muito a ver com a minha vida pessoal, com o meu percurso profissional, vê-lo, assim, quase de surpresa, nesta Companhia de Teatro do Barreiro, foi…é difícil encontrar as palavras para explicar isso..foi, talvez, a confirmação que vale a pena fazer teatro. Escrever teatro, fazer teatro. Sou actor, trabalho nisto, e vê-lo assim desta maneira e tão bem foi… ” – sublinhou Rui Ramos.
“De zero a dez. Dez! De zero a vinte. Vinte!”
“A peça não procura ser um retrato do Alentejo, procura ser uma abordagem de uma situação de clausura, de isolamento, que pode ser no Alentejo, pode ser no Norte, pode ser em África ou em qualquer lugar do mundo” - referiu.
Solicitámos que atribuísse uma nota ao trabalho do Arte Viva, disse-nos : “De zero a dez. Dez! De zero a vinte. Vinte!”.
Recordou que a peça foi levada a cena, pela primeira vez pela sua companhia.
“Aqui foi a segunda vez. Foi uma surpresa porque eu não estava à espera disto. Porque quando a escrevi nunca pensei que ela pudesse despertar interesse, noutras pessoas que não em mim e com as pessoas do grupo de teatro com que trabalho”- salientou.
“A partir de hoje, depois de ver aquelas duas actrizes a trabalhar, penso que a peça poderá ganhar a força daquelas três personagens” - sublinhou














