Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do BarreiroO principal para a apreciação do acidente é o inquérito feito por entidades externas
“O que posso dizer é que o inquérito não está concluído.
O principal para a apreciação destas coisas, o fundamental é o inquérito feito por entidades externas, ou seja pelo IMTT, e, a nós, do IMTT não nos chegou ainda nada, o que é perfeitamente normal, porque isto não se faz em duas semanas.” – sublinhou o autarca.

Por Jornal Rostos
Respondendo a uma pergunta colocada pelos jornalistas, sobre a evolução do inquérito ao acidente ocorrido, no Terminal, com um autocarro dos TCB’s, o presidente da Câmara Municipal do Barreiro, referiu – “Estas coisas são muito complexas. Nós não podemos falar muito antes da conclusão dos inquéritos.
O que posso dizer é que o inquérito não está concluído.
O principal para a apreciação destas coisas, o fundamental é o inquérito feito por entidades externas, ou seja pelo IMTT, e, a nós, do IMTT não nos chegou ainda nada, o que é perfeitamente normal, porque isto não se faz em duas semanas.
Até agora, não há nenhum aspecto que nós possamos adiantar, como sabem o IMTT e a Policia, as entidades policiais, estiveram no dia seguinte, levaram o autocarro à inspecção, e, portanto, estamos a aguardar agora, os resultados daquilo, que estas entidades venham a comunicar.”
Serviços da Câmara fizeram análise da situação
Por outro lado, colocada a pergunta se os próprios serviços da autarquia avaliaram a situação, Carlos Humberto sublinhou – “ Naturalmente que a Câmara fez logo uma primeira análise, mas, como é evidente, não posso adiantar, nem publicamente, nem de forma reservada, me posso pronunciar sobre esta matéria, como devem perceber.
É evidente, que os serviços da Câmara, logo no dia e no dia imediato, não só acompanharam todas as diligências feitas pelas outras entidades, que referi, como eles próprios fizeram algumas diligências e análise sobre o que se passou”
O autarca salientou ainda que – “há um elemento que é muito importante, que foi entregue à entidade policial – o tacógrafo – que nem está em nosso poder.”














