Ana Teresa Vicente, Presidente da Câmara Municipal de PalmelaLicor da «Maça Riscadinha» pode tornar-se uma referência para Palmela
Ana Teresa Vicente, Presidente da Câmara Municipal de Palmela, sublinhou ao «Rostos» que a criação do licor - “significa a evolução do trabalho dos nossos produtores, a sua investigação, o evoluir do seu conhecimento, este espírito de aceitar desafios, e, a partir dos produtos da nossa terra, procurar fazer novos produtos”.

Por Jornal Rostos
Ana Teresa Vicente, Presidente da Câmara Municipal de Palmela, que participou na sessão de apresentação do novo licor, e, na primeira prova do produto, estava satisfeita com o sabor, e, expressou a sua certeza que no futuro vai ser um produto de referência para o concelho de Palmela.
A evolução do trabalho dos nossos produtores
A autarca sublinhou que a criação do licor da «Maça Riscadinha»- “significa a evolução do trabalho dos nossos produtores, a sua investigação, o evoluir do seu conhecimento, este espírito de aceitar desafios, e, a partir dos produtos da nossa terra, procurar fazer novos produtos perduráveis, que podem chegar mais longe, porque é mais fácil exportar compostas e licores, do que propriamente uma fruta que é muito sensível e que tem uma duração muito curta no ano”.
Ajudar a produzir mais maça riscadinha
Questionada se foi a Câmara que lançou o desafio para a criação deste novo produto, a autarca salientou – “nós temos lançado, genericamente, alguns desafios aos nossos produtores, e, ao longo do tempo temos feito um trabalho, em torno das frutas, particularmente com a maça riscadinha, com as associações ligadas ao sector.
A Cooperativa Agrícola de Palmela trabalhou muito em torno da classificação da maça riscadinha, a partir daí, fomos lançando desafios para que este produto de Palmela pudesse ser perpetuado, e, até, mais produzida.
Hoje, temos problemas de quantidade, pois, temos pouca produção de maça riscadinha.
Portanto, usar a maça riscadinha também para fazer compotas, também para fazer licor é uma forma de ajudar a produzir mais maça riscadinha, é isso que nós queremos.”
Apostamos na investigação feita pelos produtores
“Um dos nossos objectivos é incentivar a produção, porque os licores e as compotas são uma forma de escoar os produtos que têm menos condições de ser vendido comercialmente, ou seja por calibre, ou por questões do gosto do próprio consumidor, ou por condições de conservação, mas, podem ser aproveitadas em compotas e em licores.
Nós achamos que esta é uma forma de rentabilizar o produto, sendo um grande incentivo à produção.
Nesse sentido, nós apostamos na investigação que é feita pelos produtores, pelo contributo que pode dar aos nossos camponeses e aos agricultores que trabalham a terra”- sublinhou a autarca.
Maçã riscadinha é única no mundo
Acha que o licor da «maça riscadinha» pode tornar-se uma referência para Palmela? – questionámos
“Este licor pode, com certeza, tornar-se uma referência para Palmela. Acredito que pode. É um produto diferente, tal como a maçã riscadinha é única no mundo, também o licor pode ser uma referência”
Tem uma cor muito bonita
Já provou o licor, qual a sua opinião?
“Já provei. Tem uma cor muito bonita, diferente dos licores em geral. E, acho que no fim, fica um toque da maça riscadinha, com a característica que ela tem, de ser uma maça fresca, que nos deixa a «boca lavada». É essa a sensação que a maça riscadinha nos causa, e, sinto que este licor tem esta característica.”
Produtos de Palmela são reconhecidos
Daqui a uns anos vai falar-se deste licor de Palmela?
“Eu acho que daqui a uns anos, Palmela será muito maior, em matéria dos produtos de qualidade que já hoje tem, e que são reconhecidos.”
Como nota final, dizer, nós, também provámos o novo licor e, de facto, subscrevemos as palavras de Ana Teresa Vicente. É muito agradável no sabor, é aromático, e, acreditamos que, na verdade, é um produto que vai ter sucesso.
S.P.














