João Miguel, Presidente da Junta de Freguesia da MoitaEste Documento Verde é um ataque ao Poder Local de Proximidade
No concelho da Moita: Gaio-Rosário, Sarilhos Pequenos e Moita, são as freguesias que não cumprem os critérios.

Por Jornal Rostos
“A Moita, de acordo com os critérios estabelecidos, devido à sua proximidade, com o edifício sede da Câmara, devia ter uma população superior a 20 mil habitantes, esta será uma das juntas a agregar, a extinguir, seja lá aquilo que é proposto que venha a acontecer” – refere ao Rostos o presidente da Junta de Freguesia da Moita, acrescentando – “consideramos que é um verdadeiro ataque ao Poder Local Democrático, instituído com o 25 de Abril”.
Retirar aos cidadãos os seus direitos
“Querer extinguir as freguesias da Moita, Gaio – Rosário ou Sarilhos Pequenos, ou mesmo outras 1500, é retirar aos cidadãos os seus direitos de escolherem e serem privados de exercerem a sua cidadania.
Este é um ataque à democracia com a justificação que ao reduzir as freguesias, reduz a despesa pública.” – salienta o autarca.
Argumento da redução de despesa não é justificação
“Nós, não concordamos com essa teoria, pois as pouco mais de 4 mil juntas que existem no país, o seu peso no Orçamento de Estado é 0.1%.
Estamos a falar em trocos num Orçamento de Estado que é de milhões.
O argumento de reduzir freguesias para reduzir a despesa não é justificação” – sublinha João Miguel, Presidente da Junta de Freguesia da Moita.
“Este documento verde é um ataque ao Poder Local de Proximidade” – sublinha.














