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Presidente da Câmara Municipal da Moita, João LoboETAR Moita/Barreiro e novo açude da Caldeira da Moita marcaram ano 2011

João Lobo, Presidente da Câmara Municipal da Moita, refere que o ano 2011 – “foi um ano de grandes dificuldades à semelhança do que aconteceu no resto do país. Os cortes nas transferências do Estado e o aumento dos encargos com as competências que nos têm sido incumbidas”.

“Tivemos dois momentos muito importantes que influenciam, para melhor, a qualidade de vida no nosso concelho. A entrada em funcionamento da ETAR Moita/Barreiro e o novo açude da Caldeira da Moita” – sublinha o autarca como marcas do ano 2011.

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Presidente da Câmara Municipal da Moita, João Lobo ETAR Moita/Barreiro e novo açude da Caldeira da Moita marcaram ano 2011

Por Jornal Rostos

João lobo, Presidente da Câmara Municipal da moita, faz um balanço do ano 2011, o autarca sublinha as dificuldades financeiras.
Para 2012, João Lobo, refere que – “este será um dos anos mais difíceis para a população portuguesa das últimas décadas, estando em curso uma das mais violentas ofensivas aos direitos dos trabalhadores e da população em geral”.

Que balanço faz do ano 2011 no concelho da Moita?

Foi um ano de grandes dificuldades à semelhança do que aconteceu no resto do país. Os cortes nas transferências do Estado e o aumento dos encargos com as competências que nos têm sido incumbidas, o agravamento das condições sociais das famílias e as dificuldades do mercado pioraram ainda mais a situação. Apesar de tudo, podemos afirmar que continuámos a fazer o nosso trabalho em prol das populações e foi com agrado que tomámos conhecimento de um estudo do Instituto Superior Técnico em que o município da Moita surge como o quinto mais eficiente do país. Quer isto dizer que com menos recursos, materiais e humanos, temos conseguido dar continuidade ao nosso trabalho diário, cumprindo com os nossos compromissos e competências.

Qual o facto mais relevante que considera no concelho da Moita no ano 2011?

Tivemos dois momentos muito importantes que influenciam, para melhor, a qualidade de vida no nosso concelho. A entrada em funcionamento da ETAR Moita/Barreiro e o novo açude da Caldeira da Moita. O primeiro é determinante para o futuro da nossa região e do rio Tejo, com uma capacidade de abrangência que ronda os 300 mil habitantes, é um dos maiores investimentos das últimas décadas na Península de Setúbal. O açude da Caldeira da Moita é uma mais valia para a nossa zona ribeirinha e para a ligação das nossas gentes ao rio. O espelho de água criado com o açude e a regulação das descargas de água são dois dos aspectos mais significativos desta obra.

Que perspectivas aponta para o ano 2012?

Sabemos que este será um dos anos mais difíceis para a população portuguesa das últimas décadas, estando em curso uma das mais violentas ofensivas aos direitos dos trabalhadores e da população em geral, direitos esses que muito nos custaram a conquistar e que resultaram de uma das revoluções mais marcantes da história mundial. Espero que seja um ano de grande mobilização dos trabalhadores e das populações contra a pretensão de privatizar as funções sociais do Estado, nomeadamente nas áreas da saúde e transportes o que, a acontecer, seria um inaceitável retrocesso civilizacional, 37 anos depois do 25 de Abril. Por isso, na qualidade de Presidente da Câmara tudo farei para que este concelho e esta autarquia se mobilizem para as batalhas que se avizinham na defesa dos valores de Abril.

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