Eduardo Cabrita, Partido Socialista - SetúbalÉ redutor que Moita, Montijo e Alcochete sejam retirados do Grupo de Trabalho do Arco Ribeirinho Sul
O deputado PS sublinha que foi criado um Grupo de Acompanhamento “completamente diferente do anteriormente existente, porque exclui os municípios do Montijo, Moita e Alcochete”.

Por Jornal Rostos
Segundo Eduardo Cabrita, a extinção do Arco Ribeirinho Sul, hoje publicada no Diário da República, consolida a decisão do governo e demonstra que “não há uma ideia sobre o futuro do projecto”.
O deputado sublinha que as competências de gestão do Arco Ribeirinho Sul são atribuídas à Baía do Tejo e foi criado um Grupo de Acompanhamento “completamente diferente do anteriormente existente, porque exclui os municípios do Montijo, Moita e Alcochete”, facto que considera redutor.
Não há qualquer visão estratégica
“Esta é uma visão redutora da gestão dos territórios públicos. Não há qualquer visão estratégica. Isto é grave, prova que quando seria necessário dar sinais de esperança, sobre a criação de emprego e desenvolvimento, o Governo o que faz é parar a possibilidade de potenciar espaços públicos” - sublinha Eduardo Cabrita.
Grupo de Trabalho não existe nem nunca existiu
Eduardo Cabrita salienta que – “”é grave desde Setembro não haja nada de novo e sobretudo que o Grupo de Trabalho que a Câmara do Barreiro foi falando, referido na última reunião da Assembleia Municipal, é um grupo que não existe, nunca existiu, e foi uma mera ilusão para acalmar as autarquias”.
O deputado socialista refere que – “estranhamos a calma e a tranquilidade do município do Barreiro relativamente a esta questão”.














