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Manuela Fonseca, autora da peça «O Comboio da Pedra» - BarreiroBarreirense «Escola de Virtudes Desportivas»

Ontem à noite, após a Sessão Solene evocativa do 101º aniversário do Futebol Clube Barreirense, no Ginásio – Sede o Grupo de Teatro da UTIB – Universidade da Terceira Idade do Barreiro levou a cena a peça «O Comboio da Pedra», de Manuela Fonseca, com encenação de Luciano Barata.

Manuela Fonseca, em breves declarações ao jornal «Rostos» sublinhou que teve- “muitas saudades dos meus, que fizeram do Barreirense a minha primeira Escola, senti, mais uma vez, orgulho na colaboração que deram ao Clube, mormente na saga do Comboio da Pedra, fiquei muito feliz pelo especial convívio com a Família Barreirense”.

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Manuela Fonseca, autora da peça «O Comboio da Pedra» - Barreiro Barreirense «Escola de Virtudes Desportivas»

Por Jornal Rostos

Manuela Fonseca, autora da peça «O Comboio da Pedra» - obra editada pelo jornal «Rostos», com o patrocínio da empresa UNILOGOS - encenada por Luciano Barata, ontem à noite, proporcionou a vivência de momentos de grande amor clubista.
Manuela Fonseca, colunista do jornal «Rostos» em resposta à pergunta que lhe colocámos - Como sentiste o facto de a tua peça ser realizada no espaço do Ginásio Sede? – respondeu que viveu aquele momento – “com a alegria, imensa, de saber - e agradecida aos mentores dos outros espaços por onde passou - de ter sido realizada no sítio...certíssimo”.

Loucura na multidão que foi espreitar o casamento do "Faia"

Manuela Fonseca comentou para o «Rostos» o significado do dia de ontem e o significado do Futebol Clube Barreirense na sua vida.
“Tive muitas saudades dos meus, que fizeram do Barreirense a minha primeira Escola, senti, mais uma vez, orgulho na colaboração que deram ao Clube, mormente na saga do Comboio da Pedra, fiquei muito feliz pelo especial convívio com a Família Barreirense, lembrei-me da pequena loucura na multidão que foi espreitar o casamento do "Faia", a cuja família ainda hoje me liga amizade” – salientou.

Escola de Virtudes Desportivas

“Também tive saudades de mim - na ginástica infantil, com o grande professor Costa, na mesma, no apoio ao Clube, "in loco", em formar os meus filhos nesta Escola de Virtudes Desportivas - nos laços, indestrutíveis que nela encontrei, na solidariedade dos que "sabem que" e continuam a lidar comigo como se nada se passasse. E não se passa, de facto: vamos todos para a "tal" viagem e lutamos todos para a afastar o mais possível.” – sublinhou Manuela Fonseca.

Grande vaidade pelos nossos campeões

“Exprimi grande vaidade pelos nossos campeões e pelo ecletismo deste Clube, rico e exemplar, e um desejo, incrível, incrível, do regresso, no futebol, sénior, a uma competição de carácter nacional!” – acrescenta Manuela Fonseca.

Thanks, Lord, I´ve done my duty"

Manuela Fonseca, recorda que na sua intervenção, por lapso, não te ter referido, João Alberto Gouveia, nem o apoio Rostos/Uniligos à edição do livro "O Comboio da Pedra" – “bem como à professora e formandos de coreografia da UTIB e aos jovens da Escola D. Luís de Mendonça Furtado, parte de um futuro que já é o nosso presente”.
Por fim sublinha Manuela Fonseca – “agradeci para mim mesma, como Lord Nelson o terá feito, na Batalha de Trafalgar: "Thanks, Lord, I´ve done my duty".”

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